A AIMA quer acelerar os processos de regularização de imigrantes. Por esta altura, os números ascendem a uma média entre dois e três mil por dia, o que se concretiza em cerca de 70 mil por mês. Em simultâneo, um dos objetivos para o futuro a curto prazo passa por expandir os serviços pelo território nacional.Quem o diz é Pedro Portugal Gaspar, presidente do Conselho Diretivo da AIMA - Agência para a Integração, Migrações e Asilo, no colóquio intitulado Coesão Social e os Desafios da Polarização Urbana: Uma Estratégia Local de Segurança. Este junta responsáveis pela segurança no Município de Lisboa, assim como altos responsáveis políticos.O responsável assume, em nome da AIMA, o "compromisso" de os serviços melhorarem, na medida em que reconhece que a demora do processo de regularização dos migrantes constitui "violência" para com as pessoas em questão. Posto isto, promete a melhoria da capacidade de resposta local, com a abertura de pontos de contacto em locais onde, acrescenta, faziam falta.Não obstante, sublinha que as filas de espera "não se comparam" com as que já existiram no passado.No que diz respeita ao aumento do número de imigrantes em Portugal, é um fenómeno que "coloca necessariamente desafios de integração e diálogo". Posto isto, "a população que recebe tem que perceber a vantagem da população que chega", de forma a valorizar a coesão social..Queixas contra a AIMA sobem 37% no primeiro trimestre