17 pessoas morreram nas praias portugueses desde a abertura da época balnear deste ano, a 1 de maio, de acordo com o balanço mensal da Autoridade Marítima Nacional, divulgado esta segunda-feira, 3 de agosto. Em três meses, foram ainda registados 868 salvamentos e 1606 ações de primeiros-socorros.Dos 17 acidentes morais, 12 foram por afogamento (três em praias marítimas vigiadas, cinco em praias marítimas não vigiadas, dois em praias marítimas fora da época balnear e não vigiadas à data do acidente e dois em zonas marítimas não vigiadas).Os outros cinco deveram-se a doença súbita (três em outras zonas marítimas não vigiadas e dois em praias marítimas fora da época balnear, não vigiadas à data do acidente).As mortes em praias vigiadas ocorreram nas praias do Peneco e São Rafael (ambas em Portimão) e do Ourigo (Douro). Os óbitos registados em praias não vigiadas aconteceram na Lagoa de Albufeira Interior (Setúbal, dois), nas Azenhas do Guadiana (Mértola, dois), na Ilha Morraceira de Lanhelas (Caminha), na Praia do Cabeço (Vila Real de Santo António), na Praia de Porto Dinheiro (Peniche) e na Praia de São Torpes Sul (Sines). Os acidentes mortais em praias marítimas fora da época balnear aconteceram nas praias do Molhe Leste (Peniche), Dragão Vermelho (Lisboa) e de Bitetos e do Ourigo (ambas Douro).Já o rio Douro foi palco de acidentes mortais em zonas marítimas não vigiadas..Temporais de inverno reduzem número de praias para a época balnear deste ano.Portugal tem 396 praias com Bandeira Azul este ano, menos oito do que na anterior época balnear