Provas de aferição arrancam "com serenidade e normalidade"

Ministro garante que todas as escolas que tinha agendado para hoje provas de aferição do 2.º ano (expressão físico-motora e artística) realizaram-nas sem sobressaltos

O ministro da Educação, Tiago brandão Rodrigues, destacou a forma "serena" com que decorreu o primeiro dia de provas de aferição de Expressões (Artísticas e Físico-Motoras) do 2.º ciclo depois de, nas últimas semanas, terem sido levantadas muitas questões sobre a capacidade das escolas para a organizarem e a preparação dos alunos para as realizarem.

"Recebi por parte do Júri Nacional [de Exames] a indicação de que em todas as escolas que tinham as provas agendadas para este primeiro dia tudo correu com serenidade, com tranquilidade e com normalidade", disse o ministro, no final da cerimónia de inauguração da Escola Básica Maria Barroso, em Lisboa. Tiago Brandão Rodrigues disse não ter ainda elementos sobre o número de escolas em que as provas se realizaram, lembrando que estas têm a opção de escolher uma data até ao próximo dia nove, mas voltou a sublinhar que, em todos os casos em que as provas já aconteceram, as indicações recebidas "são de positividade e de normal funcionamento tanto das escolas como da feitura das provas de aferição".

Quando o Instituto de Avaliação Educativa (IAVE) começou a divulgar informações relativas às provas, no final de março, surgiram relatos de escolas primárias onde não existiam alguns dos equipamentos necessários ou onde a componente físico-motora (atividade física) dos alunos poderia não estar a ser bem assegurada. Mas as faltas de material têm vindo a ser solucionadas, em muitos casos com o envolvimento dos municípios e, no que toca à preparação dos alunos, o Ministério da Educação até defende que uma das principais finalidades destas avaliações é precisamente detetar fragilidades, de forma a tomar medidas para as corrigir.

"Criaram expetativas importantes, porque as provas de aferição têm vindo a dar resposta a necessidades das nossas escolas", confirmou o ministro, lembrando que os conhecimentos e aptidões avaliados são tambéjm, a par do Português, matemática e Estudo do meio, "numa parte importante do currículo" no 1.º ciclo.

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