Professores ameaçam com greve no arranque das aulas

Greve aos exames fica fora do calendário. Sindicatos não abdicam da contagem do tempo de serviço integral, mas podem negociar prazo

Os professores ameaçam fazer greve ao primeiro dia de aulas, se não houver acordo até lá em relação à contagem dos anos de serviço, no descongelamento da carreira. Salvaguardada fica então a realização dos exames nacionais, para os quais não está marcada nenhuma ação de protesto, confirmaram esta tarde os sindicatos dos professores em conferência de imprensa.

Continua, porém, marcada a greve às reuniões de avaliação cujo prazo poderá ser estendido até 15 de julho e sem as quais os alunos não podem fechar o ano letivo. Além do protesto agendado para o primeiro dia de aulas, 14 de setembro, os professores anunciaram também greves para a semana de 5 de outubro, dia em que se assinala o Dia Internacional do Professor.

Os docentes não fecham no entanto a porta a um acordo com o governo para a contagem do tempo de serviço integral do tempo em que estiveram as carreiras congeladas, deixando a porta aberta a negociar um prazo mais alargado para que essa contagem possa acontecer. O que os sindicatos não aceitam é apenas a contagem de dois anos nove meses e 18 dias, como propõe o Ministério da Educação.

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