Presidente da República apela à dádiva de sangue

Assinala-se esta quarta-feira o Dia do Dador de Sangue

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, apelou hoje a todas as pessoas que reúnam as condições necessárias a serem dadores de sangue e enalteceu o "sentido cívico" de quem já o faz.

Num comunicado para a assinalar o Dia do Dador de Sangue, que hoje se assinala, Marcelo Rebelo de Sousa destaca a importância de dar sangue.

"Trata-se de um momento privilegiado para agradecer muito calorosamente a todos os dadores de sangue e às instituições que procedem à recolha deste bem precioso, de que é feita a vida humana", salienta o Presidente.

Marcelo Rebelo de Sousa aproveitou também a efeméride para apelar à dádiva de sangue.

"Trata-se, de igual modo, de uma ocasião única para interpelar todos os Portugueses que reúnam as condições necessárias para serem dadores de sangue: não hesitem em ajudar o vosso próximo, na certeza de que, um dia, todos precisaremos de ajuda", disse.

O Presidente da República agradeceu ainda o "sentido cívico dos atuais dadores de sangue" e apelou "ao altruísmo e à humanidade de todos os potenciais dadores".

Exclusivos

Premium

Nuno Severiano Teixeira

"O soldado Milhões é um símbolo da capacidade heroica" portuguesa

Entrevista a Nuno Severiano Teixeira, professor catedrático na Universidade Nova de Lisboa e antigo ministro da Defesa. O autor de The Portuguese at War, um livro agora editado exclusivamente em Inglaterra a pedido da Sussex Academic Press, fala da história militar do país e da evolução tremenda das nossas Forças Armadas desde a chegada da democracia.

Premium

Maria Antónia de Almeida Santos

Dos pobres também reza a história

Já era tempo de a humanidade começar a atuar sem ideias preconcebidas sobre como erradicar a pobreza. A atribuição do Prémio Nobel da Economia esta semana a Esther Duflo, ao seu marido Abhijit Vinaayak Banerjee e a Michael Kremer, pela sua abordagem para reduzir a pobreza global, parece indicar que estamos finalmente nesse caminho. Logo à partida, esta escolha reforça a noção de que a pobreza é mesmo um problema global e que deve ser assumido como tal. Em seguida, ilustra a validade do experimentalismo na abordagem que se quer cada vez mais científica às questões económico-sociais. Por último, pela análise que os laureados têm feito de questões específicas e precisas, temos a demonstração da importância das políticas económico-financeiras orientadas para as pessoas.