"Povo madeirense arrisca-se a ficar nas mãos de um governo comuno-socialista"

Ex-líder da Madeira pede coerência a quem, em tempos, pediu a sua demissão devido a resultados locais

"A horda que assaltou o PSD/Madeira, agora nas eleições autárquicas engoliu o pão que amassou há quatro anos", começa por afirmar o histórico ex-presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, num comentário que partilhou no Facebook, em reação aos resultados das eleições autárquicas deste domingo.

"Traição então organizada para que um apoio à oposição melhor colocada para o efeito, derrotasse os autonomistas sociais-democratas e estes porventura entregassem o poder. Há quatro anos, essa clique exigiu a minha demissão da liderança do Partido, por só termos vencido em quatro Câmaras Municipais. Agora, só com três Câmaras, espero que sejam coerentes", acrescenta.

Alberto João Jardim divide a sua análise/opinião em oito pontos e refere, entre outras coisas, que o "que até agora aconteceu no PSD/Madeira é mau demais para ser só incompetência, irresponsabilidade e leviandade política". Leia na íntegra em baixo.

"Se a situação no PSD/Madeira continuar assim, o Povo Madeirense arrisca-se a ficar nas mãos de um governo comuno-socialista a partir de 2019. Hoje, 2 de outubro de 2017, começou essa campanha eleitoral", acrescenta.

Sobre a "Dra. Rubina Leal", candidata social-democrata à Câmara Municipal do Funchal, que perdeu para Paulo Cafôfo, assume que nem sempre afinaram "pelo mesmo diapasão", mas que reconhece o seu "trabalho e o entusiasmo com que se empenhou nesta campanha, apesar de condenada à partida e apesar de, tal como muitos outros candidatos do Partido, deixada ao abandono e ao improviso".

No último ponto da sua publicação, refere ainda o "genocídio social provocado por Passos Coelho", criticando também, a "geringonça", solução parlamentar entre PS, BE, PCP e PEV.

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