Marcelo: "Estou feliz por ter sido possível um consenso de regime"

O candidato presidencial formalizou esta tarde a sua participação na corrida a Belém, entregando 15 mil assinaturas no Tribunal Constitucional

O número de assinaturas ultrapassou, sem surpresa, o volume recolhido pelos candidatos presidenciais que antes as tinham entregue no palácio Ratton, Sampaio da Nóvoa (13 mil) e Maria de Belém (9000). Marcelo Rebelo de Sousa chegou bastante antes da hora e quando parte da comunicação social entrou no Tribunal Constitucional, já o professor estava a posar para a foto de campanha, junto às 60 caixas com as assinaturas dos apoiantes.

Marcelo assumiu, como tem sido habitual, o papel de comentador, para falar sobre o caso Banif e a aprovação do orçamento retificativo, com o apoio do PSD, que se absteve, viabilizando a resolução do governo de António Costa. "Estou feliz por ter sido possível encontrar um consenso de regime permitindo passar o Orçamento Retificativo. Ontem fiz um apelo para que fosse votado o Orçamento Retificativo e disse que se já fosse Presidente da República faria tudo para que fosse votado porque era preciso resolver o problema do Banif", afirmou.

Sem referir-se ao PSD, Marcelo sublinhou a importância de se ter colocado "o interesse do país em primeiro lugar". "

"Foi bom, foi um bom final de 2015 e um bom augúrio para 2016 ter passado este Orçamento Retificativo", declarou, defendendo que "o que interessa é pensar no país" apesar de ser "uma decisão difícil que tem custos para o Estado e para os contribuintes".

Questionado sobre que solução preconiza para o futuro do sistema de supervisão financeira, Marcelo Rebelo de Sousa disse que em primeiro lugar "há que encontrar um sistema que funcione para que seja possível controlar e acompanhar, regular e decidir, que funcione em termos europeus" e disse que estará disponível, enquanto Presidente da República caso seja eleito, para "ajudar a encontrar" uma solução

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