Seis pessoas feridas em rixa entre grupos rivais de motards num restaurante do Prior Velho

Os dois grupos usaram facas, paus e outros objetos

Seis pessoas ficaram feridas este sábado, duas das quais com gravidade, numa rixa entre dois grupos rivais num restaurante no Prior Velho, em Loures, disse à agência Lusa fonte da PSP.

Segundo a mesma fonte, um grupo de cerca de 20 motards invadiu um restaurante na Rua de Moçambique para atacar um outro grupo que estava lá dentro. Os dois grupos rivais entraram em confrontos, tendo utilizado facas, paus e outros objetos.

A mesma fonte do Cometlis adiantou que os desacatos ocorreram às 12:43, tendo os envolvidos na rixa fugido.

A PSP está a tentar localizar os cerca de 20 elementos do grupo que invadiu o restaurante e fugiu, disse a fonte, frisando que os desacatos ocorreram dentro do restaurante, continuando depois as agressões na rua.

O Comando Distrital de Operações e Socorro de Lisboa avançou à Lusa que seis pessoas ficaram feridas, duas das quais com gravidade, depois de serem alvo de agressões com arma branca. Os feridos foram transportados para os hospitais de Santa Maria e São José, em Lisboa.

Entretanto, chegou também ao local a Polícia Judiciária, que vai ficar a cargo da investigação.

Segundo a TVI24, os agressores fazem parte do grupo motard Hell's Angel e o dono do restaurante será irmão de Mário Machado, dos Skinheads.

Ler mais

Exclusivos

Premium

João Gobern

País com poetas

Há muito para elogiar nos que, sem perspectivas de lucro imediato, de retorno garantido, de negócio fácil, sabem aproveitar - e reciclar - o património acumulado noutras eras. Ora, numa fase em que a Poesia se reergue, muitas vezes por vias "alternativas", de esquecimentos e atropelos, merece inteiro destaque a iniciativa da editora Valentim de Carvalho, que decidiu regressar, em edições "revistas e aumentadas", ao seu magnífico espólio de gravações de poetas. Originalmente, na colecção publicada entre 1959 e 1975, o desafio era grande - cabia aos autores a responsabilidade de dizerem as suas próprias criações, acabando por personalizá-las ainda mais, injectando sangue próprio às palavras que já antes tinham posto ao nosso dispor.