Marinha vai ter mais duas mulheres a comandar navios

Escolha vai concretizar-se em 2018, 12 anos após a primeira mulher ter chegado ao comando de um navio militar português.

A Marinha vai ter mais duas mulheres a comandar navios de guerra em 2018, sendo as primeiras a estar à frente dos patrulhas oceânicos e 12 anos após a nomeação da primeira comandante, confirmou fonte oficial do ramo ao DN.

As capitães-tenentes Vânia Guerreiro Carvalho e Mónica Pereira Martins tornam-se assim as nona e décima mulheres a comandar navios da Marinha, onde atualmente há duas comandantes.

Mónica Pereira Martins - a primeira piloto de helicópteros navais - está indigitada para ser a primeira comandante do Sines, ainda em fase de construção pela empresa West Sea em Viana do Castelo. Este navio deverá ser lançado à agua nos últimos meses do próximo ano, adiantou o porta-voz da Marinha, comandante Coelho Dias.

Vânia Guerreiro vai assumir o comando do Viana do Castelo, um dos dois navios de patrulha oceânica em atividade e que opera desde 2010.

O ano de 2006 marca a chegada da primeira mulher, a segundo-tenente Gisela Antunes, ao comando de um navio da Marinha 14 anos após a incorporação de mulheres nesse ramo das Forças Armadas.

Além das lanchas de fiscalização que já tiveram sete comandantes, também a lancha hidrográfica Andrómeda foi comandada por uma mulher até há poucos meses, acrescentou o porta-voz do ramo.

Atualizada às 18:00, com o número de mulheres que já comandaram navios da Marinha

Ler mais

Exclusivos

Premium

Opinião

Os aspirantes a populistas

O medo do populismo é tão grande que, hoje em dia, qualquer frase, ato ou omissão rapidamente são associados a este bicho-papão. E é, de facto, um bicho-papão, mas nem tudo ou todos aqueles a quem chamamos de populistas o são de facto. Pelo menos, na verdadeira aceção da palavra. Na semana em que celebramos 45 anos de democracia em Portugal, talvez seja importante separarmos o trigo do joio. E percebermos que há políticos com quem podemos concordar mais ou menos e outros que não passam de reles cópias dos principais populistas mundiais, que, num fenómeno de mimetismo - e de muito oportunismo -, procuram ocupar um espaço que acreditam estar vago entre o eleitorado português.