André Ventura
André VenturaMIGUEL A. LOPES/LUSA

Ventura estabelece cinco condições ao Governo para aprovar reforma da legislação laboral

Precariedade, outsourcing, paternidade e maternidade, despedimentos e flexibilidade são matérias que o Chega deseja que o Governo reveja.
Publicado a
Atualizado a

André Ventura reagiu esta quinta-feira, 9 de abril, à rejeição da proposta de revisão da lei laboral por parte da UGT, frisando que o Chega está disponível para aprovar a legislação caso estejam cumpridas "cinco condições fundamentais".

Essas condições passam por "não prejudicar as mães trabalhadoras, não ser um convite e um incentivo a despedimentos de forma discricionária – está errado despedir funcionários e meter outsourcing a substituir esses funcionários –, rever questões de licença de maternidade e paternidade, rever questões relacionadas com trabalho por turnos e horas extraordinárias e a condição englobante destas todas que é termos uma agenda do trabalho flexível mas não selvagem para quem trabalha em Portugal".

Ventura lembra que "o Chega fez questão de deixar claro que a reforma da legislação laboral teria de passar por uma revisão daquilo que o Governo propôs: em matéria de precariedade, em matéria de outsourcing, em matéria de paternidade e maternidade, em matéria de despedimentos e em matéria de flexibilidade".

O líder do segundo partido mais representado na Assembleia da República sublinhou que o "Governo ainda não deu início às negociações e é importante que isso possa acontecer nos próximos meses”.

André Ventura
UGT rejeita proposta de revisão da lei laboral

Artigos Relacionados

No stories found.
Diário de Notícias
www.dn.pt