Leonor Beleza declara apoio a Seguro: “Aprecio a moderação, detesto os radicalismos”
Gerardo Santos

Leonor Beleza declara apoio a Seguro: “Aprecio a moderação, detesto os radicalismos”

Leonor Beleza anuncia o seu sentido de voto para a segunda volta das eleições presidenciais, afirmando que, apesar de não estar presente o candidato da sua preferência inicial, apoia “sem reservas” António José Seguro, destacando a valorização da moderação, da serenidade, do respeito pelos portugueses e da recusa da divisão e do ruído como instrumentos da ação política.
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Leonor Beleza anunciou publicamente o seu apoio a António José Seguro na segunda volta das eleições presidenciais, explicando que, apesar de não estar em disputa o candidato que inicialmente desejava, opta por apoiar “sem reservas” um perfil que considera moderado e distante do radicalismo. Ao longo da sua declaração, sublinha que valoriza a moderação, a serenidade e o respeito pelos portugueses, rejeitando discursos que dividem o país, desqualificam os cidadãos pelas suas escolhas democráticas ou transformam o ruído e a agressividade em armas políticas. Defendendo uma convivência cívica assente na urbanidade, na união e no respeito por quem serviu o país, Leonor Beleza afirma exercer a sua liberdade, como tem feito ao longo dos últimos 50 anos, declarando publicamente a sua intenção de voto e confirmando que, no dia 8 de fevereiro, votará em António José Seguro.

“Na segunda volta das presidenciais, não estará o candidato que eu desejava.

Mas está um candidato que apoio sem reservas: quem me conhece sabe que é o candidato moderado, e não o radical.

Aprecio a moderação, detesto os radicalismos.

Aprecio quem valoriza os portugueses, e não os acusa de não terem sabido escolher os seus representantes durante 50 anos, desde que que temos essa liberdade.

Aprecio quem nos respeita, mas não quem despreza e condena todos os que servimos o nosso País.

Aprecio quem deseja unir-nos, ajudar-nos a juntos enfrentar desafios e dificuldades. Não quem nos divide em puros e impuros, em bons e maus, em santos e pecadores. E, já agora, acredita que a maioria é impura, má e pecadora.

Aprecio quem se afirma com urbanidade, discute de forma civilizada, não insulta, e não quem acha que precisa de ser rude , de desprezar os adversários, de acusar a generalidade dos Portugueses de não saber escolher os seus representantes.

Aprecio a serenidade, detesto o ruído feito arma política!

Exercerei a minha liberdade no dia 8 de fevereiro, tal como a tenho exercido ao longo destes 50 anos. Exerço a minha liberdade hoje dizendo publicamente como tenciono participar na eleição do Presidente da República.

Votarei em António José Seguro.”

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