É uma das novas vice-presidentes do CDS. O que é que isso quer dizer acerca do seu trabalho no Parlamento Europeu ao longo destes últimos anos?Em primeiro lugar, é uma honra ser vice-presidente do CDS nesta linha de continuidade e de responsabilidade, que foi iniciada em 2022 pelo presidente do partido. E é uma linha que queremos continuar. Acho que é um grande sinal termos mais duas mulheres [além de Ana Miguel Pedro, também Catarina Araújo, vereadora da Câmara do Porto] nas vice-presidências.Com a recondução de Ana Clara Birrento e de Maria Luísa Aldim, passa a haver quatro mulheres entre os sete vice-presidentes.É um sinal de renovação e tambémde que apostamos nas mulheres e de que este partido tem quadros muito válidos, que ajudarão no seu futuro. Em que consiste o desafio que Nuno Melo lhe colocou ao propor-lhe este cargo na Comissão Política Nacional?O CDS tem uma voz no Parlamento Europeu. Temos vindo a fazer este trabalho e penso que se pretende, de certa forma, uma continuidade desse trabalho e das marcas que temos deixado no Parlamento Europeu. Estamos integrados numa coligação, mas isso não quer dizer que em determinadas matérias o partido não tenha a sua marca e a sua identidade, também em Estrasburgo e em Bruxelas.Antes e durante o Congresso de Alcobaça falou-se muito na diluição do CDS no âmbito da coligação com o PSD. Acredita que esse tema ficou ultrapassado de forma definitiva?Acho que ficou muito claro que o CDS não mostra a sua relevância combatendo o PSD, que não é o nosso adversário. É o nosso parceiro de coligação. O CDS mostra que a AD governa melhor porque o partido lá está..Nuno Melo fica perto da unanimidade e avisa PSD que o CDS “quer ser maior no futuro”.Nuno Melo reeleito com 89,74% dos votos deixa avisa ao PSD: "O CDS-PP quer ser maior no futuro".CDS-PP: Ana Miguel Pedro e Catarina Araújo são as novas vice-presidentes de Nuno Melo