Exclusivo Voto em confinamento terá de ser adaptado às autárquicas

Eleições locais aumentam a dificuldade logística na recolha de votos no domicílio, dado que os boletins são diferentes em cada concelho. PS e PSD avaliam acertos à lei.

O voto em confinamento estreado há duas semanas nas presidenciais vai repetir-se nas autárquicas de outubro, mas as eleições locais prometem ser um desafio mais difícil em termos logísticos. Ao contrário do boletim único das eleições para a Presidência da República, nas autárquicas haverá 308 boletins diferentes - e em dose dupla, para as câmaras e as assembleias municipais.

Há, pelo menos, um aspeto da lei de mais difícil concretização nas autárquicas: a possibilidade de um eleitor confinado poder votar fora do seu concelho de recenseamento. Se nas eleições nacionais não é um problema, nas locais implica que haja boletins de voto de um município a transitar para outro.

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