Vitorino Silva confiante que RIR vai eleger deputados em Lisboa

Presidente do partido e candidato pelo círculo eleitoral do Porto esteve esta manhã em Lisboa. Para o responsável, a capital pode ser um terreno fértil para o partido, onde esperava conquistar mais votos do que anteriormente.

O presidente do Reagir, Incluir, Reciclar (RIR), Vitorino Silva, disse esta terça-feira que acredita que o partido vai eleger em Lisboa nas legislativas de 30 de janeiro, defendendo que a cabeça de lista, Márcia Henriques, tem "muito para dar a Portugal".

Em declarações à Lusa, Vitorino Silva referiu que não quer "ir sozinho para o parlamento, porque também preciso da experiência, do saber da Márcia", considerando depois que "a Márcia tem muito, muito para dar a Portugal. Tenho a certeza que vai ser uma grande deputada da nação".

O presidente do RIR esteve na manhã de terça-feira na estação do Cais do Sodré, em Lisboa, onde distribuiu calendários aos passageiros que chegavam por barco e por comboio da periferia da capital.

Com a iniciativa, Vitorino Silva quis "olhar as pessoas de frente". "O que me trouxe foi a vontade de conhecer a realidade e olhar as pessoas de frente e vê-las a passar de uma margem para a outra", apontou, prometendo: "Nós queremos ser a ponte".

Perante o fluxo de passageiros que se dirigiam para a capital, o presidente do RIR notou que "Setúbal hoje deu uma banhada a Lisboa".

O candidato comprometeu-se ainda a, num outro dia, a ir "para a outra margem para ver, também, as pessoas". Tino de Rans, como é conhecido, referiu que se sentiu acarinhado e respeitado e que Lisboa é "um terreno onde há muitas opções e muito politizado, e senti que há abertura para o RIR ter votos aqui por estas paragens. Fiquei muito contente quando muita gente me dizia 'já votei em ti'".

Quanto à abstenção, Vitorino Silva acredita que "a culpa é dos partidos que não conseguem mobilizar as pessoas para as urnas" de voto e que o RIR terá "essa missão". "Acho que há muita gente que se abstém, que nunca votou, que não vota há muitos anos e que acha que o RIR é a política à séria e que é uma opção válida", disse.

Vitorino Silva reclamou ainda estar "muito motivado" e confiante. "No dia 30, quando soltarem os gráficos, Portugal vai saltar", concluiu.

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