Direito de resposta

"Ex-Hospital Militar de Belém. Exército confirma morte de 12 doentes por covid-19 em hospital para assintomáticos e doentes ligeiros"

Ao abrigo da Lei de Imprensa n.º 2/99, de 13 de janeiro, artigos 24.º, 25.º e 26.º, o DN recebeu do Ministério da Defesa Nacional Exército Português, a resposta a um artigo publicado a 25 de julho de 2021, que aqui reproduzimos:

MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL EXÉRCITO PORTUGUÊS
GABINETE DO CHEFE DO ESTADO-MAIOR

Na sequência do artigo publicado no jornal Diário de Notícias, de 25 de julho de 2021, com o titulo "Ex-Hospital Militar de Belém. Exército confirma morte de 12 doentes por covid-19 em hospital para assintomáticos e doentes ligeiros" e ao abrigo das competências conferidas por Sua Excelência o General Chefe do Estado-Maior do Exército, envia-se em anexo Direito de Resposta nos termos previstos na Lei.

Direito de resposta

Com referência ao artigo publicado nas páginas 1, 8 e 9 do jornal Diário de Noticias, de 25 de julho de 2021, bem como a edição online do mesmo jornal, com o titulo "Ex-Hospital Militar de Belém. Exército confirma morte de 12 doentes por covid-19 em hospital para assintomáticos e doentes ligeiros", o Exército Português vem exercer o direito de resposta, ao abrigo do previsto pela Lei de Imprensa (Lei n.º 2/99 de 13 de janeiro), Capitulo V. Dos Direitos de Informação, Secção 1, do Direito de Resposta e Retificação, artigos 24., 25.° e 26. °.

A admissão de doentes no Centro de Apoio Militar (CAM) Covid-19 ocorreu em estreita coordenação com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT). O primeiro doente foi admitido em 17 de junho de 2020, e o último em 15 de março de 2021, perfazendo um total de 657 doentes, provenientes de várias unidades hospitalares, ao abrigo de um protocolo estabelecido com a ARSLVT.

Todos os doentes assistidos no CAM Covid-19 cumpriram os critérios clínicos de admissão nesta estrutura de apoio, tendo os respetivos processos de admissão decorrido após solicitação das estruturas clínicas dos hospitais de origem, sob articulação da ARSLVT. Os doentes receberam todos os cuidados e o apoio clínico de que necessitavam, com a garantia das melhores práticas e condições de assistência, nomeadamente médica, de enfermagem, de fisioterapia, de oxigenoterapia e de psicologia.

Ou seja, o CAM Covid-19 for implementado e operou precisamente com a finalidade para a qual foi criado, não tendo, em nenhuma circunstância, as condições disponibilizadas e os cuidados prestados por esta infraestrutura de retaguarda estado aquém das necessidades dos doentes.

Lisboa, 26 de julho de 2021

O Chefe do Gabinete

José António de Figueiredo Feliciano

Major-General

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