António José Seguro.
António José Seguro.João Coelho/Lusa

Seguro: Número de votos "não é indiferente". "Não basta ganhar por um"

Em dia de voto antecipado, o candidato apoiado pelo PS defendeu que "quanto mais votos tiver, mais força política tem para fazer com que os partidos, o Governo e o Parlamento façam aquilo que devem".
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O candidato presidencial António José Seguro disse este domingo, 1 de fevereiro, que "não é indiferente" o número de votos obtidos e que "não basta ganhar por um", porque o próximo Presidente da República deve ter "legitimidade eleitoral reforçada", prometendo também paz social.

"Não é indiferente o número de votos que esta candidatura tenha. Não basta ganhar por um. Porque o próximo Presidente da República tem que sair com uma legitimidade eleitoral reforçada", disse António José Seguro, num comício no Teatro Cine de Gouveia, distrito da Guarda.

Em dia de voto antecipado, o candidato apoiado pelo PS defendeu que "quanto mais votos tiver, mais força política tem para fazer com que os partidos, o Governo e o Parlamento façam aquilo que devem, que é contribuir, dentro daquilo que são os seus projetos, para resolver os problemas dos portugueses".

Durante o seu discurso, António José Seguro disse ainda por três vezes que pretende garantir a paz social no país, defendendo que é necessário ter em Belém "um Presidente experiente, que não vá aprender na função" e que "privilegie a estabilidade, porque sem paz social e estabilidade política não se consegue fazer absolutamente nada", sobretudo "num momento que não é de divisão, que é de união".

"Experiência, competência, estabilidade, paz social, capacidade de diálogo. É isso que eu ofereço. É isso que eu peço a confiança aos portugueses”, vincou, forjando ainda um contrato verbal com a audiência em que prometeu "trabalhar arduamente nos próximos cinco anos" pedindo aos presentes que, em troca, "trabalhem arduamente em cada dia da próxima semana para levar o máximo de portugueses a votar no próximo dia 08 de fevereiro".

Seguro considerou necessário que cada um leve amigos, familiares, vizinhos ou colegas de trabalho a votar "na candidatura que projeta a esperança, que quer fazer de Portugal um país moderno e um país justo, que quer trazer estabilidade, que quer trazer paz social".

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