O primeiro-ministro afirmou esta quarta-feira, 22 de abril, que “a esperança é a última a morrer” quanto a um acordo sobre o pacote laboral em concertação social e considerou que “só razões de natureza mais política” podem impedir este desfecho.Luís Montenegro falava na residência oficial em São Bento, após receber a líder da oposição venezuelana, Maria Corina Machado.“Queremos estagnar ou queremos avançar? É essa a expectativa que tenho sobre a reflexão de todos os parceiros e, em particular, da UGT”, desafiou o primeiro-ministro, no dia em que o Presidente da República recebe os parceiros sociais e na véspera de a UGT tomar uma decisão final quanto ao pacote laboral..Ministra diz que alterações derivadas da negociação "não desfiguram reforma" laboral.António José Seguro recebe esta quarta-feira em Belém os parceiros sociais, a começar pela CGTP-IN, na véspera de uma reunião do secretariado nacional da UGT para votar a versão final do pacote laboral.Depois de a UGT ter rejeitado uma das versões apresentadas pelo executivo, o Presidente da República tinha pedido que o diálogo não fosse esgotado e prometeu que será “sempre coerente” com as declarações feitas em campanha, quando disse que, sem acordo na Concertação Social, vetaria esta reforma.A proposta do Governo para alterar a legislação laboral ainda não reúne consenso na Concertação Social e o primeiro-ministro, Luís Montenegro, considerou, no debate quinzenal, importante esse acordo entre parceiros sociais antes de um diploma chegar ao parlamento, mas frisou que o Governo vai apresentar em qualquer cenário uma proposta de lei..Carneiro considerou que será difícil que UGT aprove alterações às leis laborais.Pacote laboral. Governo mantém “a porta aberta para completar negociação”