
Na Defesa, António José Seguro diz não perceber os "5% do aumento de despesa na Defesa." "Admitindo uma subida, é preciso gastar melhor. Em 2023, a União Europeia, com Reino Unido e Noruega, gastou três vezes mais em despesa militar do que a Rússia. Em vez de cada força armada ter o seu tanque podia haver economia de escala", considerou.
Depois, posicionou-se favorável a um investimento na Europa e não dependente das armas dos Estados Unidos da Europa: "Opto por termos sistemas científicos europeus e comprar produtos europeus. A tecnologia deve ter aplicação dual: Defesa e Economia. Podem dar estímulos e incentivos à Economia."
Quanto à Ucrânia, foi mais parco em palavras. "Espero que haja um cessar-fogo. As negociações não podem colocar em risco a segurança da Europa. Tem de se respeitar o direito internacional", mencionando a necessidade de "um debate" para aferir os estados-membro da UE e da NATO.
Marques Mendes começou por dizer que "no essencial" está de "acordo com Seguro. "É preciso investimentos nos Orçamentos de Estado e fundos europeus", afirma, considerando "difícil" atingir os 5% de investimento na Defesa. Vê resultados decisivos na cimeira da NATO: "O ponto estratégico é que se estaria a discutir o fim da NATO, logo houve visão estratégica."
Quanto à Ucrânia, afirma que seria "importante haver acordo de paz, que garanta segurança da União Europeia, Ucrânia e que a Ucrânia possa ter condições de integrar a União Europeia."