Marcelo vai falar na Assembleia Geral da ONU

O Presidente da República vai participar na 73.ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque. Marcelo fará vários contactos bilaterais à margem da assembleia, entre 23 e 26 de setembro.

Marcelo Rebelo de Sousa estará em Nova Iorque para discursar na abertura da Assembleia Geral da ONU, mas durante a estada nos Estados Unidos irá encontrar-se com outros líderes mundiais. Os encontros bilaterais estão ainda a ser agendados pela embaixada portuguesa em Nova Iorque.

O Presidente português também discursou na Assembleia Geral da ONU em 2016 e pôs todo o empenho na eleição de António Guterres para secretário-geral da ONU. Na altura, Marcelo afirmou que o novo líder da organização devia seguir o "exemplo dos valores e da abordagem" que Gandhi e Mandela "sempre aplicaram na vida".

O sucessor de Ban Ki-moon deve ter "as qualidades humanas e profissionais à altura do desafio" e ser alguém "que se guie pelo exemplo dos valores e da abordagem que Mahatma Gandhi e Nelson Mandela sempre aplicaram na vida: indo para além do seu grupo ou círculo, e assim unindo e representando todos e não uma parte; que construa pontes; que saiba ouvir e tenha a sabedoria e capacidade de liderança inatas que lhe permitam tomar decisões em que todos se revejam e se sintam incluídos", afirmou Marcelo Rebelo de Sousa.

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São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.

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