Autarca de Alvalade desfilia-se do PSD e segue Santana

O membro da Assembleia de Freguesia de Alvalade João Pessoa e Costa anunciou a um grupo de amigos e militantes do PSD que se desfilia do PSD para seguir Pedro Santana Lopes.

Numa mensagem enviada na quarta-feira, João Pessoa e Costa diz que "nos últimos meses tenho vindo a acompanhar o meu amigo de longa data Pedro Santana Lopes numa reflexão que visa a constituição de um novo partido político". E conclui que "assim sendo chegou o momento de dizer adeus ao PSD".

O autarca de Alvalade recorda que a lei o obriga a renunciar ao lugar de vogal da Assembleia de Freguesia.

Apesar de os dirigentes de topo que apoiaram Santana Lopes na luta pela liderança do PSD não se mostrarem dispostos a abandonar a abraçar o seu novo projeto político, admite-se no partido que haja um movimento de desfiliação de militantes que têm cargos nas autarquias.

Tanto mais que Pedro Santana Lopes estabeleceu muitas relações pessoais e políticas durante os largos anos em que exerceu o cargo de autarca, quer na Figueira da Foz quer em Lisboa. O antigo líder do PSD conquistou, pela primeira vez, a Câmara da Figueira da Foz em 1997 e a de Lisboa em 2002, onde se manteve até 2004, altura em que assumiu o mandato de primeiro-ministro.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Anselmo Borges

Francisco ​​​​​​​em Pequim?

1. A perseguição aos cristãos foi particularmente feroz durante a Revolução Cultural no tempo de Mao. Mas a situação está a mudar de modo rápido e surpreendente. Desde 1976, com a morte de Mao, as igrejas começaram a reabrir e há quem pense que a China poderá tornar-se mais rapidamente do que se julgava não só a primeira potência económica mundial mas também o país com maior número de cristãos. "Segundo os meus cálculos, a China está destinada a tornar-se muito rapidamente o maior país cristão do mundo", disse Fenggang Yang, professor na Universidade de Purdue (Indiana, Estados Unidos) e autor do livro Religion in China. Survival and Revival under Communist Rule (Religião na China. Sobrevivência e Renascimento sob o Regime Comunista). Isso "vai acontecer em menos de uma geração. Não há muitas pessoas preparadas para esta mudança assombrosa".