Catarina Martins defende que novas soluções "só serão construídas com o BE"

Para Catarina Martins "não há quem não saiba que o BE vai ser, sim, a força estável, a força exigente, a força determinada para fazer tudo aquilo que falta fazer no nosso país".

A coordenadora bloquista, Catarina Martins, defendeu esta sexta-feira que as novas soluções que Portugal precisa "só serão construídas com o BE", garantindo que o partido vai ser "a força estável, exigente e determinada para fazer tudo aquilo que falta".

"Nesta campanha o que nos pedem é que tenhamos a força e a responsabilidade para, na segunda-feira, começarmos de onde se ficou nestes quatro anos e tratarmos de tudo aquilo que ficou por fazer", afirmou Catarina Martins no comício de encerramento da campanha para as legislativas, um jantar inédito em Setúbal que junta 400 pessoas.

Num discurso no qual elencou todas as medidas das quais o Bloco se orgulha na legislatura que agora termina - e também o que falta fazer -,a coordenadora bloquista defendeu que "acreditar num país de cabeça erguida exige novas soluções para o país" e que "essas novas soluções só serão construídas com o Bloco de Esquerda".

"Agora que fizemos este caminho e sabemos de tudo o que falta fazer, não há quem não saiba que o BE vai ser, sim, a força estável, a força exigente, a força determinada para fazer tudo aquilo que falta fazer no nosso país", enfatizou.

Bloco de Esquerda orgulha-se do caminho que fez nesta legislatura

As pessoas em Portugal, segundo Catarina Martins, "dizem que estes quatro anos foram importantes".

"As pessoas gostaram de uma solução que não foi mais do mesmo e que em vez de empobrecimento trouxe recuperação, em vez de insulto trouxe dignidade, em vez de poder absoluto de um partido trouxe estabilidade à vida das pessoas porque respondeu pelo salário, pela pensão, pelos serviços públicos, por um país que trabalha", enalteceu.

O Bloco, garantiu a sua líder, orgulha-se do caminho feito nesta legislatura, como foi o caso do salário mínimo nacional, do descongelamento das pensões, dos manuais escolares gratuitos, da descida das propinas, do passe dos transportes ou tarifa social da energia.

"Fazemos este caminho com orgulho do que foi construído, mas sabendo também tudo o que ficou por fazer", assumiu.

Nos salários baixos, na precariedade, nas longas carreiras contributivas, na crise da habitação, no Serviço Nacional de Saúde, na escola pública são as áreas nas quais Catarina Martins quer continuar o caminho para o qual é "preciso a força do Bloco".

"Nós nunca falhámos aos compromissos", garantiu Catarina Martins

"Nunca criámos falsos problemas", afirmou, garantindo que os bloquistas foram sempre "quem nunca desistiu".

A coordenadora bloquista admitiu que este foi um "caminho muito exigente".

"Em 2015 diziam-nos que era impossível fazer fosse o que fosse. Muita gente não esperava o que aconteceu em 2015 e foi a força do Bloco que o disse, a cada dia, nos últimos quatro anos, que fez a diferença porque fizemos tudo aquilo que dissemos que íamos fazer em campanha eleitoral", sublinhou.

Por isso, Catarina Martins defendeu que "quem há 4 anos confiou no BE", sabia o que ia fazer e sabia que pelo qual ia lutar.

"Nós nunca falhámos aos compromissos", garantiu.

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