Carlos Carreiras revela que Marcelo anunciará recandidatura em Cascais

O autarca de Cascais revelou, através do Facebook, que o Presidente da República comunicará naquele município que vai de novo a votos para Belém. O anúncio será em meados de dezembro, após a reavaliação do estado de emergência.

Carlos Carreiras, presidente da Câmara Municipal de Cascais, anunciou esta terça-feira na sua conta de Facebook que Marcelo Rebelo de Sousa vai anunciar a recandidatura à Presidência da República "na segunda ou terceira semana de dezembro, em Cascais". "Terá o meu apoio", escreveu o autarca.

O DN já tinha avançado em primeira mão, no dia 24 de novembro, que Marcelo iria anunciar a recandidatura ao segundo mandato durante o mês de dezembro, apenas faltando saber o local onde iria fazê-lo, sendo que há cinco anos tinha anunciado que avançava para um primeiro mandato em Celorico de Basto, localidade onde tem raízes familiares. Desta vez, a ter em conta o que escreveu Carlos Carreiras, vai escolher o município onde reside para fazer o anúncio.

Na tarde desta terça-feira, Marcelo Rebelo de Sousa anunciou uma decisão para depois do meio do mês de dezembro. "Tenho recebido várias pressões de diversas naturezas e, nas últimas semanas, tem havido recolha de assinaturas, envio de cartas, mas a decisão é minha. Tenho de esperar por um momento em que devo intervir como Presidente da República no quadro do estado de emergência. Só depois disso é que devo tomar a decisão e comunicá-la aos portugueses", disse Marcelo na cerimónia que assinalou o dia da Restauração da Independência, na Praça dos Restauradores, em Lisboa.

Na prática, Marcelo Rebelo de Sousa admitiu que o processo de recandidatura está em marcha, mas que apenas será oficializado depois de se pronunciar sobre a eventual renovação do estado de emergência no âmbito da pandemia de covid-19.

As eleições estão marcadas para o dia 24 de janeiro e têm, para já, cinco candidatos confirmados: a socialista Ana Gomes; o comunista João Ferreira; Marisa Matias, do Bloco de Esquerda; André Ventura, líder do Chega; e Tiago Mayan Gonçalves, antigo militante do PSD e um dos fundadores do Iniciativa Liberal.

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