Aulas no secundário a partir de 18 de maio, creches abrem a 1 de junho

Governo já definiu o calendário para o regresso das aulas presenciais do 11.º e 12. º anos e um plano para a retoma gradual de atividade. Mas tudo está ainda dependente da avaliação da situação epidemiológica que será feita na terça-feira.

As aulas presenciais no 11º e 12º anos devem ser retomadas a partir de 18 de maio, enquanto as creches voltam a abrir no dia 1 de junho. Estas são as datas previstas no calendário que o Governo está a definir para a retoma gradual de atividade em maio e junho, avançou o jornal Público.

No Conselho de Ministros da passada sexta-feira, António Costa já tinha apontado os dias 4 de maio, 18 de maio e 1 de junho como datas chave para o calendário de desconfinamento, uma vez que as medidas de abertura devem ter um espaçamento de 15 dias para que se possa avaliar o impacto na disseminação do coronavírus. Assim, a partir de 4 de maio começa a reabrir o pequeno comércio local.

Quinze dias depois, de acordo com o plano preparado pelo governo, serão retomadas as aulas presenciais dos alunos do 11º e do 12º anos, os únicos estudantes do ensino básico e secundário que ainda terão aulas nas escolas no presente ano letivo. Não será um regresso a tempo inteiro, mas apenas nas disciplinas que contam para a média de entrada na universidade.

A 1 de junho será então a vez das creches, ou seja, das crianças até aos 3 anos. O pré-escolar (dos três aos seis anos) deverá regressar previsivelmente a 15 de junho, altura em que a maioria das instituições do pré-escolar faz uma ou duas semanas de praia/campo com as crianças. António Costa já disse que gostaria que as crianças do pré-escolar ainda regressassem às escolas, pelo menos para este período.

O calendário que o Governo está agora a desenhar está ainda dependente da avaliação da situação epidemiológica que será feita na terça-feira, num novo encontro entre os líderes políticos e os especialistas da Direção-Geral de Saúde (DGS) e do Instituto Ricardo Jorge, no Infarmed.

Na quinta-feira decorre o Conselho de Ministros que deverá aprovar o calendário do desconfinamento.

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