Algarve. Risco de incêndio reforça meios aéreos

Serras de Monchique e do Caldeirão são as áreas algarvias mais sensíveis às temperaturas elevadas previstas para os próximos dias

As medidas de prevenção de fogos no Algarve vão ser reforçadas a partir deste domingo, devido ao agravamento do risco de incêndios florestais, disseram fontes da Autoridade Nacional de Proteção Civil ao DN.

A presença de um avião de reconhecimento, avaliação e coordenação aérea permitirá realizar já hoje um voo de monitorização centrado em particular nas serras de Monchique e do Caldeirão.

As previsões de risco de incêndio para os próximos dias na área da Serra de Monchique, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), variam entre o moderado e o elevado. Nos concelhos próximos da fronteira espanhola, como Alcoutim, Tavira ou Castro Marim, esse risco é muito elevado.

Aqueles aviões estão equipados com instrumentos que permitem detetar pontos quentes através de imagens térmicas diurnas e noturnas, cujo envio para os centros de comando operacional ajudam à tomada de decisão e facilitam um ataque mais rápido e preciso nas fases iniciais dos incêndios.

Além desse avião, o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais deste ano para a região algarvia inclui a presença de um helicóptero pesado Kamov em Loulé.

O país está desde 1 de julho no chamado nível de empenhamento operacional IV, havendo meios de reconhecimento, avaliação e coordenação aérea estacionados nos aeródromos de Viseu e Ponte de Sôr.

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