Príncipe William recorda a mãe: "Gostava que tivesse conhecida Kate e os netos"

Quase 20 anos após a morte da princesa Diana, o filho mais velho diz que sente a falta dos seus conselhos

O príncipe William confessou que foram necessários estes quase 20 anos que passaram desde a morte da mãe para conseguir chegar ao ponto em que se encontra e conseguir lidar melhor com a falta e o luto. O segundo na linha de sucessão à coroa britânica admitiu, numa entrevista à revista GQ, que lamenta que os filhos nunca a venham a conhecer e que ela nunca os tivesse visto crescer.

"Gostava de ter tido os seus conselhos", disse. "Adoraria que tivesse conhecido a Catherine e que tivesse visto as crianças a crescer. Faz-me sentir triste saber que não o fará, que eles nunca a conhecerão", acrescentou o príncipe à publicação.

Willaim garantiu que se sente melhor para recordar a mãe, que morreu a 31 de agosto de 1997 num acidente de viação em Paris. "Posso falar mais abertamente sobre ela, falar mais honestamente e posso recordá-la melhor e falar publicamente melhor sobre ela", considerou, adiantando que no seu caso o luto é vivido de forma diferente "porque toda a agente sabe a história, toda a gente a conhece", ao contrário dos outros, que "podem esconder ou escolher se querem partilhar as suas histórias".

Nesta entrevista, o príncipe deixou-se fotografar em família, numa imagem a preto e branco, ao ar livre. "Não poderia fazer o meu trabalho sem estabilidade familiar", confessou. "A estabilidade em casa é tão importante para mim. Quero criar os meus filhos num mundo feliz, estável, seguro e isso é muito importante para nós os dois enquanto pais", acrescentou referindo-se à mulher, a duquesa de Cambridge, Kate Middleton.

William especificou que não quer o filho a crescer entre muros de um palácio. "A comunicação social torna isso difícil, mas vou lutar para que tenha uma vida normal", garantiu.

Tal como o irmão, o príncipe Harry, já fez antes, William aborda o tema das doenças mentais no âmbito da campanha Heads Together. "Quebrar os tabus é o nosso maior objetivo", disse, confessando-se "chocado" com o número de pessoas que vivem em medo e em silêncio.

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