China não esconde "bad romance" e manda calar Lady Gaga

Proibição total. Lady Gaga vai desaparecer da China

O partido comunista da China, que governa o país desde 1949, não gostou de ver Lady Gaga encontrar-se com Dalai Lama e decidiu tomar uma posição: as músicas da cantora não serão mais ouvidas nas rádios do país, bem como o seu nome não será mais falado nas televisões locais nem escrito em órgãos de comunicação impressos.

O encontro entre a norte-americana e o líder espiritual tibetano, que aconteceu no passado domingo em Indianápolis, nos Estados Unidos, foi entendido como um sinal de apoio da cantora à independência do Tibete, pela qual Dalai Lama - que está exilado na Índia desde março de 1959 - lutou até se afastar oficialmente da política, em 2011.

Quando questionado por um jornalista estrangeiro se a conversa entre Dalai Lama e Lady Gaga poderia resultar num "bad romance" entre a artista pop e o país, relata o 'The Guardian', o porta-voz do ministério dos negócios estrangeiros, Hong Lei, acabou por ser bem explícito: "Quem?", retorquiu.

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Maria Antónia de Almeida Santos

Uma opinião sustentável

De um ponto de vista global e a nível histórico, poucos conceitos têm sido tão úteis e operativos como o do desenvolvimento sustentável. Trouxe-nos a noção do sistémico, no sentido em que cimentou a ideia de que as ações, individuais ou em grupo, têm reflexo no conjunto de todos. Semeou também a consciência do "sustentável" como algo capaz de suprir as necessidades do presente sem comprometer o futuro do planeta. Na sequência, surgiu também o pressuposto de que a diversidade cultural é tão importante como a biodiversidade e, hoje, a pobreza no mundo, a inclusão, a demografia e a migração entram na ordem do dia da discussão mundial.