Temperaturas acima dos 30º. Mais de 60 concelhos em risco máximo

Bragança, Faro e Guarda são os distritos onde a situação é mais preocupante. O risco de incêndio deverá diminuir a partir de segunda-feira.

Mais de 60 concelhos dos distritos de Bragança, Guarda, Coimbra, Castelo Branco, Portalegre, Faro, Beja, Santarém, Leiria, Viseu e Vila Real apresentam hoje risco máximo de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Bragança, Faro e Guarda são os distritos mais problemáticos, pois têm praticamente todo o território em risco máximo de incêndio.

O resto do país está com risco muito elevado ou elevado de incêndio, excetuando-se alguns concelhos situados maioritariamente na região do litoral norte, em particular nos distritos de Viana do Castelo, Porto, Aveiro e Coimbra, onde o risco se apresenta moderado ou reduzido.

O risco de incêndio vai continuar máximo, muito elevado e elevado pelo menos até domingo em vários distritos de Portugal continental, segundo o IPMA, que prevê uma redução significativa deste risco a partir de segunda-feira.

No início da semana, a Proteção Civil já tinha emitido um "aviso à população", no qual alertava para um agravamento das condições meteorológicas com aumento do risco de incêndio até domingo.

O comunicado da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) indicava que a temperatura iria subir, variando entre os 30 e os 35 graus, podendo atingir valores superiores no interior, a humidade relativa do ar iria diminuir para entre 20% e 30% e o vento iria ser fraco a moderado, mas temporariamente com rajadas fortes, até 40 quilómetros por hora (km/h).

O risco de incêndio determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo, sendo o elevado o terceiro nível mais grave.

Os cálculos para este risco são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

Exclusivos

Premium

EUA

Elizabeth Warren tem um plano

Donald Trump continua com níveis baixos de aprovação nacional, mas capacidade muito elevada de manter a fidelidade republicana. A oportunidade para travar a reeleição do mais bizarro presidente que a história recente da América revelou existe: entre 55% e 60% dos eleitores garantem que Trump não merece segundo mandato. A chave está em saber se os democratas vão ser capazes de mobilizar para as urnas essa maioria anti-Trump que, para já, é só virtual. Em tempos normais, o centrismo experiente de Joe Biden seria a escolha mais avisada. Mas os EUA não vivem tempos normais. Kennedy apontou para a Lua e alimentava o "sonho americano". Obama oferecia a garantia de que ainda era possível acreditar nisso (yes we can). Elizabeth Warren pode não ter ambições tão inspiradoras - mas tem um plano. E esse plano da senadora corajosa e frontal do Massachusetts pode mesmo ser a maior ameaça a Donald Trump.