Já nasceram mais 230 bebés em Portugal do que no ano passado

Houve mais 230 nascimentos até final de novembro de 2019 em comparação com o período homólogo de 2018.

Nasceram 80.714 bebés de 1 de janeiro até 30 de novembro de 2019, mais 230 do que no período homólogo do ano passado, revelam os dados relativos ao teste do pezinho, aos quais o DN teve acesso.

O distrito de Lisboa, com 24.251 recém-nascidos contra 23 803 em igual período de 2018, lidera o aumento de nascimentos. Saldo positivo também nos distritos de Setúbal, com 6250 nascimentos (6017 em 2018), Faro, com 4099 (4016 em 2018) ou Bragança, com 591 nascimentos (550 em 2018).

No primeiro semestre, segundo dados do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce (PNDP), nasceram mais de 42.100 crianças, mais 352 do que em igual período de 2018.

O número de recém-nascidos não corresponde em 100 por cento ao número de nascimentos em Portugal, uma vez que o teste do pezinho não é obrigatório. Estes dados foram obtidos no âmbito do Programa Nacional de Rastreio Neonatal, coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, através da sua Unidade de Rastreio Neonatal, Metabolismo e Genética, do Departamento de Genética Humana.

Ao longo dos 40 anos em que o teste é aplicado em Portugal foram rastreadas 3,8 milhões de crianças e detetados 2132 casos com doenças raras.

Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, em 2018, o número de nascimentos cresceu 1% em Portugal, mas continuou-se a verificar o adiamento da idade das mulheres para o nascimento do primeiro filho, com a idade média a subir de 29,6 para 29,8 anos.

O índice sintético de fecundidade aumentou de 1,37 filhos por mulher em idade fértil, em 2017, para 1,41, em 2018, e a taxa bruta de natalidade subiu de 8,4 para 8,5 nados-vivos por mil habitantes.

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