Vídeo: motorista da Uber agredido e ameaçado em Lagos

Taxista terá ainda ameaçado o condutor com uma soqueira

Um motorista da Uber foi agredido por um taxista junto à estação da CP de Lagos. O incidente aconteceu no domingo quando o homem se preparava para transportar um grupo de turistas brasileiros. O motorista alega que quando disse que ia chamar a polícia, o condutor do táxi o ameaçou com uma soqueira.

A notícia é avançada pelo Jornal de Notícias, que teve acesso a um vídeo da agressão.

Apesar de ter cuidado e até estacionar sempre na zona do BUS, precisamente para evitar conflitos com os taxistas, assim que o outro motorista o viu começaram os insultos. Depois, as agressões.

"Sem que eu desse conta pontapeou-me e encostou uma soqueira de aço ao meu braço e continuou com os insultos. Quando me viram ao telefone a ligar para a polícia, já no interior do carro, os taxistas que estavam no local saíram e até deixaram lá os clientes", contou.

No local estiveram quatro elementos da PSP de Lagos, segundo uma das testemunhas. A PSP ainda não confirmou a ocorrência.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Opinião

Os irados e o PAN

A TVI fez uma reportagem sobre um grupo de nome IRA, Intervenção e Resgate Animal. Retirados alguns erros na peça, como, por exemplo, tomar por sério um vídeo claramente satírico, mostra-se que estamos perante uma organização de justiceiros. Basta, aliás, ir à página deste grupo - que tem 136 000 seguidores - no Facebook para ter a confirmação inequívoca de que é um grupo de gente que despreza a lei e as instituições democráticas e que decidiu fazer aquilo que acha que é justiça pelas suas próprias mãos.

Premium

Margarida Balseiro Lopes

Falta (transparência) de financiamento na ciência

No início de 2018 foi apresentado em Portugal um relatório da OCDE sobre Ensino Superior e a Ciência. No diagnóstico feito à situação portuguesa conclui-se que é imperativa a necessidade de reformar e reorganizar a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), de aumentar a sua capacidade de gestão estratégica e de afastar o risco de captura de financiamento por áreas ou grupos. Quase um ano depois, relativamente a estas medidas que se impunham, o governo nada fez.