Mulher violentamente agredida no concelho de Famalicão

Uma mulher de 38 anos foi hoje "violentamente agredida" num bar da localidade de Pedome, concelho de Vila Nova de Famalicão, estando o alegado agressor em fuga, disse à Lusa fonte do Comando de Braga da GNR.

A mesma fonte explicou que foi recebida às 19:40, via 112, uma ocorrência de que teria sido violentamente agredida uma mulher que se encontrava dentro de um bar encerrado, na localidade de Pedome.

"Quando chegou ao local, a patrulha da GNR encontrou a mulher com múltiplos ferimentos no corpo", disse a fonte da GNR, não avançando com mais pormenores sobre os ferimentos ou a arma utilizada, uma vez que a investigação vai passar para a Polícia Judiciária do Porto, que é aguardada no local.

A fonte da GNR disse que estão a tentar identificar e a localizar o suspeito, que se encontra em fuga.

A Correio da Manhã TV (CMTV), em direto do local, dava conta de que o alegado agressor seria o namorado da vítima, que terá dito ao patrão que tinha morto a mulher, tendo este relatado o ocorrido ao 112.

Segundo aquela estação, a mulher apresentava muitos ferimentos de cortes em várias partes do corpo.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Ricardo Paes Mamede

A "taxa Robles" e a desqualificação do debate político

A proposta de criação de uma taxa sobre especulação imobiliária, anunciada pelo Bloco de Esquerda (BE) a 9 de setembro, animou os jornais, televisões e redes sociais durante vários dias. Agora que as atenções já se viraram para outras polémicas, vale a pena revistar o debate público sobre a "taxa Robles" e constatar o que ela nos diz sobre a desqualificação da disputa partidária em Portugal nos dias que correm.

Premium

Rosália Amorim

Crédito: teremos aprendido a lição?

Crédito para a habitação, crédito para o carro, crédito para as obras, crédito para as férias, crédito para tudo... Foi assim a vida de muitos portugueses antes da crise, a contrair crédito sobre crédito. Particulares e também os bancos (que facilitaram demais) ficaram com culpas no cartório. A pergunta que vale a pena fazer hoje é se, depois da crise e da intervenção da troika, a realidade terá mudado assim tanto? Parece que não. Hoje não é só o Estado que está sobre-endividado, mas são também os privados, quer as empresas quer os particulares.