Incêndio de grandes dimensões ativo em Barcelos

O incêndio está ativo desde as 13.30. Ainda não foi possível confirmar se há habitações em perigo.

Mais de 80 bombeiros, 26 viaturas e dois meios aéreos combatem um incêndio florestal de grandes dimensões, que deflagrou por volta das 13.30, em Tamel (Santa Leocádia), no concelho de Barcelos.

Ao DN, fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Braga contou que o alerta foi dado por populares. "O incêndio fica numa zona alta, que se vê de qualquer parte da cidade de Barcelos", referiu.

Por volta das 15.30, o incêndio ainda se encontrava ativo.

De acordo com a informação disponível no site da Proteção Civil, há 131 incêndios em curso, que mobilizam 618 operacionais, 211 meios terrestres e três meios aéreos.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Opinião

'Motu proprio' anti-abusos

1. Muitas vezes me tenho referido aqui, e não só aqui, à tragédia da pedofilia na Igreja. Foram milhares de menores e adultos vulneráveis que foram abusados. Mesmo sabendo que o número de pedófilos é muito superior na família e noutras instituições, a gravidade da situação na Igreja é mais dramática. Por várias razões: as pessoas confiavam na Igreja quase sem condições, o que significa que houve uma traição a essa confiança, e o clero e os religiosos têm responsabilidades especiais. O mais execrável: abusou-se e, a seguir, ameaçou-se as crianças para que mantivessem silêncio, pois, de outro modo, cometiam pecado e até poderiam ir para o inferno. Isto é monstruoso, o cume da perversão. E houve bispos, superiores maiores, cardeais, que encobriram, pois preferiram salvaguardar a instituição Igreja, quando a sua obrigação é proteger as pessoas, mais ainda quando as vítimas são crianças. O Papa Francisco chamou a esta situação "abusos sexuais, de poder e de consciência". Também diz, com razão, que a base é o "clericalismo", julgar-se numa situação de superioridade sagrada e, por isso, intocável. Neste abismo, onde é que está a superioridade do exemplo, a única que é legítimo reclamar?

Premium

Adriano Moreira

A crise política da União Europeia

A Guerra de 1914 surgiu numa data em que a Europa era considerada como a "Europa dominadora", e os povos europeus enfrentaram-se animados por um fervor patriótico que a informação orientava para uma intervenção de curto prazo. Quando o armistício foi assinado, em 11 de novembro de 1918, a guerra tinha provocado mais de dez milhões de mortos, um número pesado de mutilados e doentes, a destruição de meios de combate ruinosos em terra, mar e ar, avaliando-se as despesas militares em 961 mil milhões de francos-ouro, sendo impossível avaliar as destruições causadas nos territórios envolvidos.