Cotrim: Porque Sim

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Decidi apoiar Cotrim porque sim.

Porque rima. Rima com quem tem mais condições, considerando as qualidades necessárias para se ser Presidente da República de Portugal em tempos conturbados.

Tão simples e tão complicado como isso.

Rima com a função de garante da independência e unidade do Estado, de um Presidente da República que represente Portugal perante a comunidade internacional, ao receber credenciais de representantes diplomáticos ou em visitas de Estado, com garbo, galhardia, elegância e distinção. Alguém de quem nos orgulhemos e cuja postura, gravitas e estamina, faça escutar a voz de Portugal e garanta que os nossos interesses são tidos em conta.

Porque Cotrim rima com o regular funcionamento das instituições, a fiscalização da constitucionalidade das leis ou o poder de dissolver a Assembleia da República e de demitir o Governo. Quando aumenta a fragmentação partidária e os ciclos governativos se reduzem, o cargo deve ser ocupado por um nome que rime, sem dúvida, com a experiência política, mas sem o peso de uma carreira inteira no labirinto ontológico da vida partidária, da interdependência excessiva gerada pela ligação a um único partido, a uma ideologia exclusiva.

Cotrim de Figueiredo rima com líder partidário, deputado nacional e ao Parlamento Europeu, mas tem uma longa experiência como gestor e empresário; ora, o Presidente da República é um barómetro da nossa vida política, exerce um magistério de influência, serve como moderador, ajuda, em particular o Governo, no caminho das reformas e do crescimento. É vital que conheça bem a realidade das empresas e associações, que saiba, de saber certo e seguro, como funciona a economia e deve ser guiado um país em tempos tormentosos.

Sim, Cotrim, porque sim:

Porque é o preferido dos jovens, porque projeta juventude mesclada com experiência, porque tem carisma, porque entusiasma, porque fala com a voz calma de quem sabe o que diz, sabendo ser escutado, porque é um moderado e um independente com ideias inovadoras.

Na minha opinião, João Cotrim de Figueiredo é o Presidente de que o país precisa para navegar o Cabo das Tormentas nos próximos cinco anos.

E que, como o Príncipe Perfeito, faça dele o nosso Cabo da Boa Esperança.

Sim, Cotrim.

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