Na continuação do debate da passada semana, Cimeira da União Africana 2026, Escolha Um Tema e Vire-o ao Contrário!, resta acrescentar uma reacção viral ao evento, através do #Maskoff, que emana de uma célula de nome Task Force, que se supõe ser um consórcio de jornalistas, que escrutina e pede contas ao presidente (PR) do Ruanda, Paul Kagame, implicado, segundo esta reacção, numa vasta rede de branqueamento de dinheiro, o qual resulta de tráfico de minerais (coltan, cobalto e diamantes), provenientes da República Democrática do Congo, escoado através do Ruanda, com benefícios praticamente exclusivos para o seu PR e família.É precisamente a partir dos Panama Papers, que o novelo mais difícil se revela, quem será o testa-de-ferro? O Brigadeiro Emmanuel Ndahiro, um confidente de Kagame e chefe da Inteligência do Ruanda, até 2011. O nome aparece associado à Debden Investments, Lda, uma “Virgem fantasma”, das Ilhas! Será esta uma empresa-encubadora, para as desmultiplicações possíveis dos dinheiros, até o contabilista perder a paciência e dizer, “impossível, já deu a volta outra vez”!A Global Witness, é uma das muitas organizações internacionais a alegar ter provas concretas dos fluxos de “coltan fora do circuito”, a serem sonegados para a União Europeia, através do Ruanda, confirmando o quanto pior melhor, para “os bons negócios”!Outra chaga social, que ganha ainda maior grandeza, provando-se a denuncia do movimento #Maskoff, é que este enriquecimento também é fruto da exploração de trabalho infantil. E este capítulo, oferece uma realidade híbrida menos evidente, já que a realidade são “as crianças e as suas circunstâncias”! Há uma considerável parte que acompanha os seus pais para o trabalho, havendo uma outra considerável parte, que são órfãos de guerra. Mas a situação torna-se ainda mais complexa, quando tentamos puxar outro novelo e percebemos as acções do M23 no Kivu Norte, financiadas pelo Ruanda, mais o dedo europeu na equação, que se beneficia neste “silêncio dos inocentes”.Não fazer nada, “e ficar à porta da horta”, enquanto “foram à chinchada” por nós, parece ser o modelo do pouco católico Paul Kagame!Tudo isto é possível, porque há uma barganha, entre facilidades ruandesas para empresas europeias e uma aplicação eficiente dos dinheiros comunitários. Quanto ao PR Kagame, faz “cara podre” e acusa a União Europeia e a África do Sul de serem os principais “traficantes de minerais do Congo”! Acabem com eles #Maskoff! Escreve de acordo com a antiga ortografia