Timothée Chalamet é o jovem ator com mais influência na indústria do cinema. Tem milhões de seguidores e uma carreira extraordinária - com 30 anos já foi nomeado três vezes para o Óscar de Melhor Ator, o que só acontecera antes com Brando. E a essas três acrescenta uma outra, a de produtor de Marty Supreme.Encarnou Bob Dylan, enfeitiçou as estrelas em Dune, fez um Willy Wonka inigualável e não há um realizador que não pague couro e cabelo para o ter consigo. É camaleónico e consegue, como os melhores, ser tudo e o seu contrário: forte e desprotegido, líder e submisso, luminoso e sombrio.O talento puro, e o instinto apurado para gerir a carreira, não o impediu de abrir a boca para rebentar com o ballet e a ópera sublinhando a sua irrelevância e ausência de futuro. Uma opinião desrespeitosa e injusta para bailarinos, cantores, músicos e cenógrafos.. Porém, sendo um cretino apaixonado por si próprio, tem o direito de o ser sem pagar um preço por isso… como já está a acontecer.Favorito nas bolsas de apostas para conquistar o Óscar caiu a pique nas sondagens, gente com influência ameaça-o de cancelamento e milhões em todo o mundo passaram por milagre a ter orgasmos com o ballet e a ópera, o que não bate certo com a taxa de ocupação dos espetáculos.É insuportável quando a liberdade é ferida pelos que, teoricamente, a defendem. Não há nada que faça pior à esquerda do que esta hipocrisia dos politicamente corretos que andam à “babuja” da fama como os peixinhos que comem os restos de comida da goela dos tubarões.