Paralisia ameaça administração dos EUA

Donald Trump e líder do Senado não chegam a acordo

O líder democrata no Senado, Chuck Schumer, rumou à Casa Branca para procurar formas de evitar uma paralisia do governo dos EUA, em conjunto com o presidente Donald Trump. Mas à saída da reunião, Schumer disse que os desentendimentos se mantêm. O governo federal está a horas do shutdown, isto sem acordo para o financiamento das instituições.

"Tivemos uma reunião longa e detalhada. Discutimos todas as principais questões pendentes. Houve algum progresso, mas ainda temos um bom número de desentendimentos. As conversações vão continuar", disse Schumer à entrada do Capitólio após a reunião de hora e meia.

A Câmara dos Representantes, controlada pelos republicanos, aprovou um financiamento provisório, até 16 de fevereiro, na quinta-feira. Mas o Senado não deu seguimento à iniciativa dos congressistas. Os democratas exigem um acordo global que preveja a proteção de 700 mil imigrantes, os chamados dreamers, de serem deportados.
Em setembro, Trump anunciou o fim do programa que permitiu a entrada e permanência de jovens oriundos em larga maioria do México e da América Central e deu ao Congresso a data de 5 de março para produzir legislação em sua substituição.

O número dois dos democratas no Senado, Dick Durbin, apelou para um entendimento: "Imploro, não virem as costas às vossas responsabilidades aqui em Washington, para tentarem encontrar uma solução."
Já o senador Tim Kaine, também democrata, mostrou-se menos dramático e esperançoso num acordo a longo prazo: "Penso que podemos alcançá-lo nos próximos dias."

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