Governo não confirma segundo português entre as vítimas

Há ainda sete vítimas por identificar, pelo que, pela "teoria das probabilidades", "pode acontecer" haver outro português entre os mortos. "Mas é pouco provável", garante

O Governo português "não confirma" a existência de uma segunda vítima portuguesa entre os mortos do ataque terrorista de sexta-feira em Ouagadougou, capital do Burkina Faso.

O assessor do secretário de Estado das Comunidades explicou ao DN que o gabinete está na posse da lista oficial de vítimas e que dela não consta a identificação de nenhum português, além do já conhecido, António Oliveira Basto. No domingo, surgiu a notícia de que haveria dois portugueses entre os mortos, o que o governo português justifica como "um erro da AFP", a agência noticiosa que avançou com a informação.

O responsável realça, contudo, que há ainda sete vítimas mortais por identificar, pelo que, pela "lógica das probabilidades", "pode acontecer" haver mais cidadãos portugueses entre as vítimas. "Mas é pouco provável, porque não houve nenhum contacto nesse sentido", diz o assessor de José Luís Carneiro.

No dia do atentado, segundo as informações da secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, estariam no Burkina Faso entre 20 e 30 portugueses, ao serviço de duas empresas de construção, e ainda um consultor da União Europeia, o qual está bem. Os contactos feitos junto das empresas em causa também levam o governo português a acreditar que não há mais vítimas nacionais.

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