Família de menina morta nos EUA pede a Trump vistos para ir ao funeral

Família alargada de AbbieGail Smith foi impedida de entrar nos EUA. Criança de 11 anos foi assassinada por um vizinho

AbbieGail Smith foi morta no passado dia 12 de julho, em Nova Jersey, EUA. A menina de 11 anos terá sido esfaqueada por um vizinho de 18 anos, que a sequestrou quando AbbieGail foi à rua despejar o lixo.

O funeral realiza-se na próxima segunda-feira mas parte da família da criança, que vive na Jamaica, não consegue visto para assistir às cerimónias fúnebres. O pai de AbbieGail foi deportado dos EUA em 2011, por ter sido detido na posse de canábis. "Por favor, deixe-me ver a minha filha antes de ela ser enterrada", pediu Kenroy Smith, o pai da menina, num vídeo dirigido a Trump.

O pai de AbbieGail, segundo a BBC, continua à espera da resposta em relação à autorização para entrar no país, mas a irmã mais velha da menina, Kenish Smith, já sabe que o visto lhe foi recusado.

Uma outra irmã de AbbieGail, que vive nos EUA, no estado do Mayland, tem escrito às autoridades locais, pedindo ajuda para reunir a família numa última homenagem à criança.

O corpo de AbbieGail foi descoberto no dia depois de a menina ter desaparecido, enrolado num cobertor no topo do edifício de apartamentos em que vivia, na cidade de Keansburg. O suspeito do crime já foi detido.

Na semana passada, Trump interveio para que estudantes afegãos pudessem entrar nos EUA para participarem num evento de robótica, depois de as autoridades lhes terem negado os vistos.

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