Encontrados 15 mortos em derrocada na China que causou mais de 100 desaparecidos

Área atingida por deslizamento de terras na China tinha 62 casas e um hotel

Equipas de resgate encontraram 15 cadáveres sob toneladas de escombros e rochas na sequência de um deslizamento de terras no sábado, na província de Sichuan, no sudoeste da China, numa altura em que mais de 110 permanecem desaparecidas.

Cerca de 3.000 operacionais usavam aparelhos de deteção e cães para procurar sinais de vida numa área que antes tinha 62 casas e um hotel, informou a agência chinesa Xinhua.

A aldeia isolada de Xinmo foi atingida na madrugada de sábado (noite de sexta-feira em Lisboa) pela derrocada de parte de uma montanha localizada naquela província que faz fronteira com o Tibete.

As identidades dos 118 desaparecidos no incidente vão ser tornados públicos em breve, disse um responsável governamental à Xinhua.

O anterior balanço indicava que as equipas de resgate encontraram os corpos de seis vítimas.

A televisão pública chinesa CCTV transmitiu ao longo do dia de sábado em direto os trabalhos de resgate que envolvem civis, polícias, militares, bombeiros e socorristas.

Nesta época do ano são frequentes as chuvas torrenciais na China e é comum a ocorrência de inundações, derrocadas e outras catástrofes motivadas por fenómenos meteorológicos.

Nas províncias de Hunan e Hubei, no centro da China, as inundações provocadas pelas chuvas registadas nos últimos dois dias afetaram cerca de 466.500 pessoas e causaram pelo menos dois mortos, informou a agência noticiosa estatal Xinhua.

Meia centena de casas ruiu e mais de 9.000 pessoas tiveram de ser retiradas.

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