Suécia quer recuperar protagonismo e voltar às fases decisivas do Mundial
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Suécia quer recuperar protagonismo e voltar às fases decisivas do Mundial

A seleção sueca está no Grupo F. regressa ao Campeonato do Mundo de 2026 com ambição renovada e a expectativa de voltar a afirmar-se entre as equipas competitivas do futebol europeu
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A Suécia regressa ao Campeonato do Mundo de 2026 determinada a recuperar protagonismo internacional e a voltar a afirmar-se numa competição onde construiu parte importante da sua história. Integrada no Grupo F, a seleção orientada por Graham Potter terá pela frente Países Baixos, Japão e Tunísia, num agrupamento equilibrado e exigente, onde acredita poder discutir um lugar nos oitavos de final.

Depois de ter falhado a presença no Mundial do Qatar, em 2022, a qualificação para a edição de 2026 representou um passo importante para uma seleção que atravessou anos de alguma instabilidade competitiva. O apuramento, alcançado após um percurso exigente, permitiu devolver confiança a uma equipa em renovação e reforçar a expectativa em torno de uma geração ofensivamente talentosa.

A história da Suécia no futebol mundial continua a garantir respeito internacional. O melhor resultado da seleção escandinava aconteceu em 1958, quando alcançou a final do Campeonato do Mundo disputado em casa, acabando derrotada pelo Brasil de Pelé. A equipa sueca alcançou ainda o terceiro lugar nas edições de 1950 e 1994, consolidando uma tradição competitiva relevante no futebol internacional.

No Grupo F, os suecos encontrarão adversários com perfis distintos. Os Países Baixos surgem como favoritos à liderança do agrupamento, sustentados pela qualidade individual e experiência internacional. O Japão apresenta-se como uma seleção tecnicamente evoluída, intensa e organizada, enquanto a Tunísia mantém o perfil de equipa disciplinada e competitiva, tradicionalmente difícil de ultrapassar. Ainda assim, a Suécia acredita ter argumentos para discutir o apuramento.

Grande parte dessa confiança assenta na qualidade ofensiva do atual grupo. Alexander Isak assume-se como principal figura da seleção e uma das referências do futebol escandinavo contemporâneo, destacando-se pela mobilidade, capacidade de finalização e influência no ataque. Viktor Gyökeres surge igualmente como uma das principais armas ofensivas da equipa, depois da afirmação nos últimos anos ao mais alto nível europeu. No setor defensivo, Victor Lindelöf continua a desempenhar um papel importante pela experiência e liderança competitiva.

A organização coletiva, a disciplina tática e a capacidade física continuam a ser traços identitários do futebol sueco. Contudo, a equipa orientada por Graham Potter procurou acrescentar maior flexibilidade ofensiva e velocidade nas transições, sem abdicar do equilíbrio defensivo que historicamente caracteriza a seleção escandinava.

O Mundial de 2026 representa, por isso, uma oportunidade para a Suécia confirmar o regresso aos grandes palcos internacionais e testar o potencial de uma nova geração competitiva. Num grupo equilibrado e de margem reduzida para erro, a seleção sueca acredita que a experiência internacional, aliada à qualidade ofensiva disponível, poderá permitir um regresso às fases a eliminar da competição.

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