O anúncio de Natal que deixa milhares em lágrimas

Publicidade foi vista mais de quatro milhões de vezes no YouTube e elogiada por muitas nas redes sociais

A publicidade de Natal da Allegro, uma marca polaca online de leilões, está a emocionar milhares de pessoas e já foi descrita como o melhor anúncio natalício do ano. A campanha publicitária conta a história de um homem idoso que faz um grande esforço para comunicar com a família.

No início da publicidade, vemos o homem a comprar um livro de "Inglês para principiantes". Ao longo da vídeo, ele vai tentando aprender sozinho o novo idioma e coloca pequenos post its pela casa para aprender o nome dos objetos. Nem o cão escapa aos post its e à enorme vontade de aprender deste senhor.

Percebemos que todo o esforço valeu a pena no final, no momento em que o homem, com lágrimas nos olhos, fala pela primeira vez com a neta, e em inglês.

O protagonista representa a situação que muitas famílias, especialmente polacas, vivem no mundo globalizado de hoje, como contou um porta-voz da empresa Bardzo, que criou o anúncio.

"Muitos polacos partilham a mesma experiência. Quase um milhão de polacos decidiram deixar o país à procura de um emprego, principalmente no Reino Unido", contou o porta-voz ao Buzzfeed.

"Apesar da pouca distância relativa entre os países, os laços familiares tendem a ficar mais fracos. O Natal é portanto para muitos uma época difícil", continuou o porta-voz.

Longe da família, que emigrou, o homem vê-se obrigado a contrariar o ditado que diz "burro velho não aprende línguas", e fâ-lo muito bem.

O vídeo foi divulgado no final de novembro e desde então já foi visto por cerca de 4.5 milhões de pessoas no YouTube. Nas redes sociais, muitos têm elogiado a mensagem da publicidade e dizem ter chorado quando a viram pela primeira vez.

Ler mais

Exclusivos

Premium

JAIME NOGUEIRA PINTO

O arauto da revolta popular

Rejeição. Não é, por enquanto, senão isso. Não pelos reaccionários, pelos latifundiários, pelos generais golpistas, pelos fascistas declarados ou encapotados, mas pelo povo brasileiro, que vota agora contra a esquerda dita idealista - e notoriamente irrealista quanto à natureza humana (sobretudo à própria) - que montou um "mecanismo" de enriquecimento ilícito e de perpetuação no poder digno dos piores hábitos do coronelismo e do caciquismo que os seus antepassados ideológicos, de Josué de Castro a Celso Furtado, tanto criticaram. Um povo zangado, enganado, roubado, manipulado pelos fariseus da tolerância, dos direitos humanos e das flores de retórica do melhor dos mundos, pelos donos de tudo - do pensamento único aos recursos do Estado.