Durante uma visita do ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, às instalações, o vice-presidente da empresa, Jorge Magalhães, que é responsável pelo centro de engenharia em Portugal e na Índia, avançou que, apesar da criação de centenas de empregos, continuam a recrutar pessoas nas áreas da mecânica, elétrica, eletrotécnica e software, daí preverem aumentar "substancialmente" o número de postos de trabalho nos próximos anos. .Num investimento de dez milhões de euros em Portugal, o dirigente explicou que não será cá feita nenhuma produção, mas sim o desenho dos serviços e dos produtos para o mercado global. .Dizendo estar "muito satisfeito" com a qualidades dos trabalhadores, Jorge Magalhães frisou que a Vestas vai trabalhar com universidades e instituições na elaboração de projetos. .Atualmente, a multinacional está presente em 77 países e conta com mais de 23.000 trabalhadores.."Feliz" com a instalação da Vestas no centro empresarial, o administrador da Lionesa, Pedro Pinto, entendeu que mais centenas de pessoas de "altíssima qualidade" se instalam na região Norte, o que é "muito positivo" para o país. ."A zona do Grande Porto oferece recursos humanos com elevada competência em engenharia elétrica, mecânica e informática, áreas que muitas das empresas multinacionais procuram", salientou. .A proximidade a importantes universidades, a institutos de pesquisa e a qualidade de vida são alguns dos fatores essenciais para esta "feliz escolha" feita pela Vestas de Portugal como país, do Porto como região e da Lionesa como casa, acrescentou. .O centro empresarial da Lionesa -- o maior em Portugal - tem atualmente 127 empresas instaladas e, no âmbito do projeto Lionesa 2025, está a duplicar a sua área bruta locável para 105 mil metros quadrados.