\t"Temos como tema central e agregador a água, nas suas várias dimensões, enquanto bem-estar, termas, produtora de energia, elemento agregador do território e da natureza", afirmou Nuno Vaz, presidente da Câmara de Chaves e vice-presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega..\tDecorreu hoje, em Chaves, a primeira reunião de trabalho com vista à concretização do 'hub' do turismo termal do Alto Tâmega e foi criada uma estrutura de missão que vai desenhar o projeto..\tNo encontro esteve representado o Governo, através das secretárias de Estado do Turismo e do Ensino Superior, as seis autarquias do Alto Tâmega: Boticas, Chaves, Montalegre, Ribeira de Pena, Valpaços e Vila Pouca de Aguiar, empresas, o Instituto Politécnico de Bragança e a Universidade Vigo, em Espanha..\t"A CIM do Alto Tâmega identificou a água como um ativo chave deste território e que pode ser muito diferenciador", afirmou a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho..\tA governante referiu que encontrou uma "convergência de esforços em torno da água" para "criar um espaço de inovação, de incentivo ao desenvolvimento de novos serviços e produtos, de programação, formação e capacitação de pessoas"..O objetivo é também afirmar, cada vez mais, "a saúde, bem-estar e o termalismo como um atrativo e uma razão para vir não só ao Alto Tâmega, mas a Portugal". Este é, sublinhou, um "produto âncora de promoção turística".."Precisamos disto, de cada vez mais reinventar as nossas termas. Tivemos um passo importante que foi a reposição da comparticipação", referiu..Neste 'hub', explicou, far-se-á a união entre a ciência e o conhecimento para capacitar recursos humanos, preparar ações de formação e incentivar novos negócios.."Temos um imenso território, com um valor inequívoco e inestimável que se pode constituir um espaço privilegiado para ampliarmos tudo o que tem a ver com a investigação, a valorização de recursos tão importantes como a água, que é um denominador comum, mas apostando cada vez mais na formação dos recursos humanos, que será seguramente um dos desafios mais complexos que nós temos pela frente nos próximos anos", afirmou a secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Maria Fernanda Rollo..A CIM vai preparar uma candidatura para apresentar ao programa Valorizar, que visa, precisamente, incentivar e desconcentrar a procura ao longo de todo o território nacional, valorizando aquilo que é único. . Nuno Vaz referiu que a região possui "carências e fragilidades", sobretudo ao nível do conhecimento, da inovação e da capacitação.."Somos a única CIM do país que não tem Ensino Superior. Temos que criar condições para que seja possível criar conhecimento e inovação, para que as empresas, organizações, produtos e processos possam ganhar competitividade, escala e afirmação", frisou.