Exclusivo Lisboa. Na casa do Caramelo e da Risa a pandemia trouxe mais adoções de animais

A pandemia não levou a mais entradas na Casa dos Animais, no Parque de Monsanto, mas existiram mais adoções, de cães e de gatos. A maioria, mais velhos do que os habitualmente procurados. Marta Videira, a responsável por este serviço da autarquia lisboeta, teme agora que o fim do confinamento leve ao abandono de animais adotados por impulso.

Quando entramos na Casa dos Animais de Lisboa (CAL), no Parque Florestal de Monsanto, somos recebidos pela Risa e pelo Caramelo, dois cães que já fazem parte da família e que Marta Videira, a diretora clínica da CAL, chama de seus. "São cães que acabaram por ficar, é como se fosse a nossa pequena matilha e nós temos variadíssimas histórias. Temos aquele cão ali à entrada que era de um bairro social, foi atropelado duas vezes por uma carrinha, para trás e para a frente, não foi intencional.

Ele era ainda um cachorro. O Caramelo foi atropelado ao pé da estação de Benfica. Tinha detentor, que chegou a ligar para cá, mas nunca apareceu. Acabou por ser recuperado, sujeito a cirurgia, mas não resultou. Teve de fazer uma amputação e acabou por ficar aqui", explica Marta Videira.

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