O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que os ataques contínuos dos EUA contra o Irão podem prolongar-se por até um mês."Sempre foi um processo de quatro semanas. Calculámos que seriam cerca de quatro semanas. Sempre se tratou de um processo de quatro semanas, portanto, por muito forte que seja, é um país grande, levará quatro semanas, ou menos", disse Trump ao Daily Mail.Donald Trump também lamentou as primeiras mortes de militares norte-americanos: "São pessoas fantásticas. E, sabe, infelizmente, esperamos que isso aconteça. Pode acontecer de forma contínua, pode acontecer novamente", disse..Os líderes alemães, franceses e britânicos declararam-se prontos para “ações defensivas necessárias e proporcionadas” face às respostas iranianas, para “destruir na origem” as capacidades militares de Teerão.“Tomaremos medidas para defender os nossos interesses e os dos nossos aliados na região”, potencialmente impedindo a República Islâmica de disparar mísseis e drones, alertou o grupo E3, que reúne França, Alemanha e Reino Unido, numa declaração conjunta.Teerão respondeu à ofensiva americana e israelita iniciada no sábado com ataques em todas as direções contra vários países vizinhos, nomeadamente aqueles que albergam bases americanas, e Israel, onde nove pessoas foram mortas no domingo, segundo os serviços de emergência.Os líderes europeus dizem estar “consternados” com estes ataques “cegos e desproporcionados” que afetam países do Médio Oriente não envolvidos na operação militar inicial.Os ataques “visaram os nossos aliados próximos e ameaçam o nosso pessoal militar e civil em toda a região”, acrescenta o comunicado, garantindo que estas medidas defensivas serão discutidas com os Estados Unidos e os seus aliados na região.O Reino Unido anunciou hoje que elaborou planos de evacuação em massa dos seus cidadãos que estão presos nos países do Golfo Pérsico devido à suspensão dos voos, segundo fontes oficiais britânicas.A possível evacuação foi planeada para o caso de se prolongarem os cancelamentos dos voos com destino à região, que, por enquanto, estão em vigor até segunda-feira, inclusive.Lusa.O presidente dos EUA, Donald Trump, publicou este domingo à noite uma declaração em vídeo na sua rede social, Truth Social, na qual afirma que os EUA vão "vingar as mortes" de militares americanos e "desferir o golpe mais punitivo" contra o regime iraniano.Trump diz ainda que o seu país está a "levar a cabo uma operação massiva, não apenas para garantir a segurança para o nosso tempo e lugar, mas para os nossos filhos e para os filhos deles".O atual inquilino da Casa Branca diz que este é o "dever e o fardo de um povo livre"."Estas ações são corretas e necessárias para garantir que os americanos nunca tenham de enfrentar um regime terrorista radical e sanguinário, armado com armas nucleares", diz..Um atirador que matou duas pessoas e feriu 14 num bar do estado norte-americano do Texas vestia roupa com motivos islâmicos e iranianos e o FBI está a investigar o sucedido como ato terrorista.Fonte policial disse à Associated Press que o homem, identificado como Ndiaga Diagne, de 53 anos, vestia uma camisola onde estava escrito "Propriedade de Alá" e outra com uma bandeira iraniana representada.O FBI afirmou que está a investigar o tiroteio, ocorrido após os ataques israelitas e norte-americanos ao regime islâmico do Irão, como um ato de terrorismo.Segundo o grupo SITE Intelligence Group, que se dedica a monitorizar atividades de radicais islâmicos e terroristas, o suspeito "exprimiu opiniões pró-regime iraniano".O assassino foi abatido por polícias de Austin, no Estado do Texas, depois de atacar o bar com tiros de pistola e de espingarda.Segundo a chefe da polícia da cidade, Lisa Davis, o homem passou de carro várias vezes em frente ao bar antes de parar o carro e disparar a pistola sobre pessoas que estavam em frente do estabelecimento e num terraço adjacente.Depois, saiu do veículo armado empunhando uma espingarda e começou a disparar indiscriminadamente sobre as pessoas que estavam na rua, antes de ser abatido.Diagne era senegalês, estava nos Estados Unidos desde 2006 e tinha nacionalidade norte-americana.Um agente do FBI envolvido na investigação afirmou que vários indicadores apontam para um ato terrorista, mas ressalvou que "ainda é demasiado cedo" para concluir qual foi a motivação.Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.Lusa.Veja a fotogaleria AQUI.Os ataques a Teerão "irão apenas aumentar" nos próximos dias, afirmou este domingo à noite o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu.Numa decração vídeo, o chefe do governo de Israel afirmou ter tido uma reunião com o seu ministro da Defesa, o chefe do Estado-Maior e o chefe do serviço de segurança Mossad, na qual deu "instruções para a continuação da campanha" contra o Irão. Netanyahu sublinhou que as forças israelitas "estão agora a atingir o coração de Teerão com uma força crescente, e isto aumentará ainda mais nos próximos dias"..As Forças Armadas de Israel afirmaram este domingo ter "desmantelado o Quartel-General de Combate iraniano" onde, segundo dizem, se encontravam operacionais do regime iraniano.Em mensagem no Telegram, os militares israelitas (IDF) afirmam que foram atingidos numa "vaga de ataques em larga escala" centros de comando, incluindo quartéis-generais pertencentes ao Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (IRGC), sedes dos serviços de informações, centros de comando da Força Aérea do IRGC e sedes de segurança interna.As IDF afirmam que "continuarão a visar a infraestrutura militar e os operacionais do regime de terror iraniano onde quer que estes operem"..Confrontos eclodiram este domingo à noite entre manifestantes e a polícia perto da embaixada dos EUA em Bagdad, constataram os jornalistas da AFP, com as forças de segurança a recorrer ao gás lacrimogéneo para os dispersar.Os manifestantes tentaram, pela segunda vez neste dia, invadir a Zona Verde, fortemente protegida, onde se encontra a embaixada dos EUA, antes de serem dispersados pelas forças de segurança com gás lacrimogéneo.A embaixada dos EUA em Bagdad alertou para ameaças contra os interesses norte-americanos no Iraque, admitindo que manifestações junto ao complexo diplomático podem tornar-se violentas após a morte do líder iraniano, Ali Khamenei.A embaixada está a "acompanhar ameaças ativas contra os interesses dos EUA no Iraque, incluindo restaurantes, empresas e indivíduos", anunciou a representação diplomática numa mensagem nas redes sociais.Lusa.Portugal recebeu 39 pedidos de repatriamento de Israel e dois dos 13 portugueses residentes no Irão saíram do país atacado no sábado por Israel e Estados Unidos, avançou hoje o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.Numa atualização do número de pedidos de repatriamento, Emídio Sousa explicou à Lusa que estava preparada uma evacuação terrestre do Irão, uma vez que o espaço aéreo daquela zona foi encerrado, e que os dois portugueses que já deixaram o país de carro.“Temos 11 [portugueses] que são residentes e que não pretendem sair. Pelo menos, não nos manifestaram essa vontade”, acrescentou.Em relação aos pedidos de repatriamento, o número avançado ao início da tarde de hoje era de 18, tendo subido para os 39 pedidos de portugueses que estão em Israel e querem regressar a Portugal.“Dos restantes países da zona em conflito, não temos ainda pedidos. Temos feito vários contactos, as nossas embaixadas estão em contacto permanente, os nossos cidadãos residentes ou que estão em trabalho, neste momento, estão calmos, estão em casa. Recomendamos que sigam sempre as recomendações das autoridades locais e que evitem sair de casa”, explicou o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.O maior foco de preocupação está relacionado com as pessoas que se encontravam em viagem - de turismo ou de negócios - e que, com o encerramento do espaço aéreo, estão retidas nos aeroportos. Nestes casos, recomenda-se a inscrição nos gabinetes de emergência consular.O Ministério dos Negócios Estrangeiros recomendou aos portugueses que estão na região do Médio Oriente que cumpram as recomendações das autoridades locais, permaneçam em casa, e, em caso de emergência, contactem as embaixadas ou consulados.Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.Lusa.Presidente dos EUA, Donald Trump, afirma na sua rede social, a Truth Social, que os EUA "destruíram e afundaram" nove navios de guerra iranianos."Acabo de ser informado de que destruímos e afundámos 9 Navios da Marinha Iraniana, alguns deles relativamente grandes e importantes. Estamos a ir atrás dos restantes — em breve também estarão a flutuar no fundo do mar! Num ataque diferente, destruímos em grande parte o Quartel-General Naval deles. Tirando isso, a Marinha deles está a sair-se muito bem! PRESIDENTE DONALD J. TRUMP", escreveu..O Pentágono confirmou este domingo a morte de três militares norte-americanos num ataque iraniano, que deixou ainda cinco feridos com gravidade. Agora a NBC noticia que estas baixas ocorreram no Kuwait.Os militares faziam parte de uma unidade de apoio logístico do Exército baseada naquele país.Já esta tarde, em reação à notícia da morte, o senador norte-americano Mark Warner publicou nas redes sociais: "As minhas mais profundas condolências às famílias dos membros do serviço mortos em ação no estrangeiro. O meu coração está pesado ao pensar na sua perda."Também o senador Roger Marshall escreveu: "Os nossos corações estão pesados esta manhã ao tomarmos conhecimento da perda de membros do serviço americano no estrangeiro. Rezamos pelos seus entes queridos, pela segurança daqueles que ainda se encontram em combate e por um fim rápido para este conflito.".Donald Trump disse garantiu este domingo à tarde que a nova liderança do Irão já lhe transmitiu querer dialogar com os EUA e que ele próprio aceitou.“Eles querem falar, e eu concordei em falar, por isso vou falar com eles. Deviam tê-lo feito mais cedo. Deviam ter cedido naquilo que era muito prático e fácil de fazer mais cedo. Esperaram demasiado tempo”, disse Trump em entrevista à revista The Atlantic.O presidente dos EUA mantém-se na sua residência de Mar-a-Lago, na Florida, de onde tem estado a acompanhar toda a operação militar no Irão. Quanto a com quem irá conversar, Trump admitiu não saber bem, uma vez que a cúpula de dirigentes iranianos foi eliminada: “A maior parte dessas pessoas partiu”, disse. “Algumas das pessoas com quem estávamos a lidar partiram, porque foi um grande... foi um grande golpe.”.O presidente dos EUA, Donald Trump, disse este domingo à tarde que 48 líderes iranianos foram mortos nos ataques dos EUA e de Israel contra o Irão.A operação "está a avançar. Está a avançar rapidamente", afirmou Trump em entrevista à Fox News. "Está a avançar rapidamente. Ninguém consegue acreditar no sucesso que estamos a ter. 48 líderes foram eliminados de uma só vez. E está a avançar rapidamente", afirmou.Pouco antes, o presidente dos EUA afirmara, em chamada telefónica com a CNBC, que a operação militar estava mesmo adiantada. "É um regime muito violento, um dos regimes mais violentos da história", disse Trump. "Estamos a fazer o nosso trabalho não apenas por nós, mas pelo mundo. E tudo está adiantado em relação ao cronograma.".O Comando Central dos EUA (Centcom) afirma que o USS Abraham Lincoln não foi atingido por mísseis iranianos, avança a BBC.A Guarda Revolucionária do Irão anunciou ter atacado o porta-aviões norte-americano com quatro mísseis balísticos, em comunicado divulgado pelos meios de comunicação estatais iranianos.“Os mísseis lançados nem sequer chegaram perto”, afirmou o Centcom, acrescentando que o porta-aviões USS Abraham Lincoln continua a lançar aeronaves..Três militares norte-americanos morreram e cinco ficaram gravemente feridos nas operações contra o Irão, informou este domingo o Exército dos Estados Unidos.O Comando Central dos EUA (Centcom) indicou, numa publicação na rede social Facebook, que vários outros militares “sofreram ferimentos ligeiros por estilhaços e concussões” e estão “em processo de regresso ao serviço”, acrescentando que a situação permanece “instável”.As forças norte-americanas adiantaram ainda que as principais operações de combate vão continuar, não tendo sido divulgados mais pormenores sobre as circunstâncias das baixas.Lusa.A Guarda Revolucionária do Irão afirmou este domingo ter atingido o porta-aviões norte-americano USS Abraham Lincoln no Golfo Pérsico, em retaliação pelos ataques aéreos dos Estados Unidos e de Israel que, segundo Teerão, mataram o líder supremo do país.“O porta-aviões norte-americano Abraham Lincoln foi atingido por quatro mísseis balísticos”, declarou a Guarda Revolucionária em comunicado divulgado pelos meios de comunicação estatais.Na mesma nota, a força de elite iraniana avisou que “a terra e o mar se tornarão cada vez mais o cemitério dos agressores terroristas”.As autoridades norte-americanas não confirmaram, até ao momento, qualquer ataque ou danos no navio de guerra.A alegada ofensiva insere-se na escalada militar no Golfo Pérsico, após ataques conduzidos por Israel e pelos Estados Unidos contra alvos no Irão.Lusa.Várias dezenas de iranianos reuniram-se este domingo à frente da embaixada do Irão em Lisboa para celebrar a morte do líder supremo Ali Khamenei e pedir o regresso do filho mais velho do último xá, Reza Pahlavi.Os participantes na ação, promovida pela comunidade iraniana residente em Portugal, exibiam bandeiras do Irão com o Leão e o Sol dourados, a bandeira anterior à atual da República Islâmica, que adotou uma tulipa vermelha estilizada, muito importante no Islão xiita como símbolo de Husayn Ibn Ali al-Hussein, o neto de Maomé que morreu como mártir numa batalha do século VII.Também eram visíveis no local bandeiras dos Estados Unidos e de Israel.No sábado, mais de 30 iranianos juntaram-se e foram levar flores às embaixadas norte-americana e israelita em Lisboa em sinal de agradecimento aos dois países que atacaram o Irão para eliminar "as ameaças iminentes" do país.Lusa.Uma embarcação foi atingida por um projétil de origem desconhecida ao lago de Mina Saqr, nos Emirados Árabes Unidos, segundo a agência britânica United Kingdom Maritime Trade Operations. De acordo com as informações desta entidade reportadas pela Reuters, o projétil provocou um incêndio que foi extinto e a embarcação tenciona prosseguir a sua viagem.Trata-se do segundo ataque a navios no Estreito de Ormuz registado este domingo. Por aquele estreito, que o Irão já ameaçou fechar, passa um quinto do petróleo comercializado no mundo. .Os países do Golfo vão reunir-se por videoconferência este domingo à noite para discutir uma “resposta unificada” ao segundo dia de ataques de Teerão na região, em retaliação à ofensiva israelita e norte-americana.“Será uma reunião online dos ministros dos Negócios Estrangeiros do Conselho de Cooperação do Golfo devido ao encerramento dos aeroportos”, disse um diplomata de um dos países à agência francesa AFP.O Conselho de Cooperação do Golfo reúne Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Kuwait, Omã, Qatar e Bahrein.As discussões centrar-se-ão nos “ataques iranianos contra os Estados do Golfo e na coordenação com vista a uma resposta unificada”, precisou a mesma fonte, que pediu para não ser identificada devido à sensibilidade da questão.A AFP acrescentou que a informação foi confirmada por outro diplomata da região.O Irão tem atacado vários países da região, nomeadamente os que acolhem bases militares norte-americanas, desde que os Estados Unidos e Israel lançaram, no sábado, uma ofensiva de grande envergadura contra Teerão.Lusa.O presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, diz que a nova liderança do Irão, após a morte e Ali Khamenei por forças israelitas já "iniciou o seu trabalho". Segundo a agência AP, Pezeshkian fez este anúncio numa mensagem gravada difundida pela televisão estatal iraniana. O conselho de liderança é formado por três pessoas, sendo Masoud Pezeshkian uma delas. Os outros dois elementos são Gholam Hossein Mohseni Ejehei e o ayatollah Ali Reza Arafi.O Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, avançou à estação televisiva Al Jazeera que um novo líder supremo será escolhido em "um ou dois dias". .Oito pessoas morreram este domingo no centro de Israel quando um edifício desabou na sequência de um “impacto direto” de um míssil iraniano, segundo um novo balanço divulgado pelos serviços de socorro.“No setor de Bet Shemesh, as equipas de resgate e paramédicos confirmaram o óbito de oito pessoas”, anunciou o Magen David Adom, o equivalente israelita da Cruz Vermelha, num comunicado citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).A organização disse que retirou do local 28 feridos, dos quais dois estavam em estado grave.O balanço anterior era de seis mortos..O impacto de um míssil causou este domingo seis mortos e dezenas de feridos perto de Jerusalém, após a mais recente vaga de disparos iranianos, anunciaram as autoridades israelitas.O jornal Jerusalem Post noticiou que cerca de três dezenas de ambulâncias foram enviadas para o local onde caiu o míssil, na região de Bet Shemesh (centro), a cerca de 30 quilómetros a sudoeste de Jerusalém.Referiu também que foi registado um segundo impacto de um míssil.Equipas de socorro estavam a assistir vários feridos, disse o Magen David Adom, o equivalente israelita da Cruz Vermelha, citado pela agência de notícias France-Presse.Um porta-voz dos bombeiros disse que as equipas continuavam a intervir no local e a retirar vítimas dos escombros”.Lusa.O presidente do Chipre, Nikos Christodoulides, disse que o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, lhe telefonou para confirmar "clara e inequivocamente que o Chipre não foi um alvo" do mísseis iranianos, avança a BBC. Uma clarificação que veio na sequência de relatos das forças de Defesa britânica de que tinham sido disparados mísseis em direção ao Chipre onde o Reino Unido tem bases militares.Uma informação que foi desmentida pelo governo cipriota, que disse que "não há indicações de que tenha existido uma ameaça ao país", segundo avança a BBC. .A aliança petrolífera OPEP+ anunciou este domingo que aumentará a produção de petróleo bruto em mais 206 mil barris por dia, sem mencionar o ataque contra o Irão, que mantém os mercados energéticos em alerta.Segundo o comunicado publicado no site da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), com sede em Viena, este aumento de produção tem em conta as perspetivas económicas globais estáveis e as baixas reservas de petróleo. Não há qualquer menção ao que se passa no Médio Oriente, após o ataque dos Estados Unidos e de Israel ao Irão.A decisão foi tomada numa breve teleconferência realizada este domingo entre os ministros da energia e do petróleo de Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã.A nota à imprensa indica que os países farão "ajustes voluntários adicionais", o que fará a produção aumentar em mais 206 mil barris por dia a partir de abril.Os maiores aumentos virão de Rússia e Arábia Saudita, em ambos os casos de mais 62 mil barris por dia.Segundo analistas do mercado energético, este aumento de produção não deverá impedir uma subida dos preços do petróleo.Lusa.Ministro da Defesa britânico, John Healy, disse, segundo a BBC, que dois mísseis iranianos terão sido disparados em direção ao Chipre, mas que não terão tido como alvo instalações militares britânicas naquele país. A BBC acrescenta também que as autoridades cipriotas contestaram que tenham sido disparados mísseis em direção ao país. .Ministro israelita da Defesa, Israel Katz, afirmou este domingo que está em curso “um comboio aéreo ininterrupto” de ataques contra a liderança iraniana e alvos militares, segundo a AP.Os ataques iniciados ontem, sábado, continuam neste domingo, com Israel e EUA a atacarem alvos no Irão e as forças militares iranianas a lançarem mísseis sobre Israel e outros países da região, como o Bahrein, Kuwait, Qatar e Emirados Árabes Unidos. .O Papa Leão XIV mostrou-se "profundamente preocupado" este domingo com o ataque dos EUA e Israel ao Irão e apelou ao fim do conflito e regresso à diplomacia. “Perante a possibilidade de uma tragédia de proporções enormes, faço um apelo sentido às partes envolvidas para que assumam a sua responsabilidade moral de travar a espiral de violência antes que esta se transforme num abismo irreparável”, afirmou o Papa, citado pela agência AP. .A Alta Representante para a Política Externa da União Europeia, Kaja Kallas, diz que “a morte de Ali Khamenei é um momento decisivo na história do Irão". Num post na rede X, Kallas considera que "o que se seguirá é incerto. Mas existe agora um caminho aberto para um Irão diferente, em que o seu povo poderá ter mais liberdade para moldar". .Os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE estarão reunidos em Conselho de emergência este domingo à tarde por videoconferência, anunciou ainda Kaja Kallas..A China condenou este domingo firmemente a morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, nos ataques dos Estados Unidos e Israel, e reafirmou o apelo à “interrupção imediata das ações militares”.A morte de Ali Khamenei constitui “uma violação grave da soberania e da segurança do Irão”, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês num comunicado citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).A China disse tratar-se de “um atropelo dos objetivos e princípios da Carta das Nações Unidas e das normas fundamentais das relações internacionais”.Lusa .O Hamas condenou o “crime hediondo” do ataque que matou o ayatollah Ali Khamenei, 86 anos, guia supremo iraniano e apoiante do movimento islamita palestiniano, enquanto o Hezbollah prometeu enfrentar a agressão israelita e norte-americana.“Nós, no seio do Hamas, lamentamos o desaparecimento do ayatollah Ali Khamenei. Os Estados Unidos e o governo da ocupação fascista [Israel] assumem inteira responsabilidade por esta agressão flagrante e por este crime odioso contra a soberania da República Islâmica do Irão, bem como pelas suas graves repercussões na segurança e na estabilidade da região”, indica um comunicado do movimento.O Hamas, condenando a “traiçoeira e brutal agressão sionista-americana”, pediu que sejam tomadas “medidas urgentes” a nível internacional para pôr fim aos “crimes” dos Estados Unidos e de Israel na região.O grupo armado Jihad Islâmica, aliado do Hamas durante os dois anos de guerra com Israel na Faixa de Gaza, classificou a morte de Ali Khamenei como um “crime de guerra” cometido pelos Estados Unidos e por Israel numa “ataque traiçoeiro e mal-intencionado”.Já o Hezbollah garantiu que vai “enfrentar a agressão” norte-americana e israelita a Khamenei, afirmou, num comunicado, Naim Qassem, líder do movimento libanês pró-iraniano.“Cumpriremos o nosso dever enfrentando a agressão”, assegurou o chefe do Hezbollah no comunicado, acrescentando: “quaisquer que sejam os sacrifícios, não abandonaremos […] o campo da resistência”. O Hezbollah ainda não tinha reagido desde o início da vasta ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão.Também os Huthis, no poder no Iémen e aliados do Hamas, lamentaram o “assassínio” de Khamenei, uma figura política e religiosa que classificaram como mártir e cujo legado, afirmaram, inspirará “uma resistência contínua contra os Estados Unidos e Israel”.“Com profundo pesar e dor, o Conselho Político Supremo recebeu a notícia do martírio do líder da Revolução Islâmica no Irão. Travou uma longa luta de jihad [guerra santa] contra os inimigos da nação islâmica, os sionistas e os norte-americanos, e concluiu a sua vida com o martírio às mãos dos inimigos de Deus e assassinos de profetas”, declarou o Conselho Político Supremo dos huthis.Os huthis descreveram o ataque como um “crime atroz” e uma “violação flagrante de todas as leis e normas internacionais”.“Isto representa a continuação da agressão injusta contra a nação islâmica e os seus lugares sagrados. Ao mesmo tempo, afirma que o sangue dos mártires não será em vão e que a vontade revolucionária encarnada pelo mártir continuará a ser uma chama que guiará a nação. O martírio de Ali Khamenei aumentará a força e a determinação do povo iraniano, e o caminho da jihad e da defesa da verdade prosseguirá sem recuo”, acrescentaram.Lusa.O Partido Ecologista “Os Verdes” exigiu este domingo ao Governo que rejeite a utilização da Base das Lajes, nos Açores, para ações militares fora do quadro da NATO, condenando os ataques dos Estados Unidos e Israel no Irão.“Os Verdes exigem da parte do Governo a recusa absoluta em compactuar com esta grave violação do direito internacional, desde logo, rejeitando a utilização da base das Lajes com vista a ações militares fora do quadro da NATO, ao arrepio dos acordos bilaterais de cooperação e defesa vigentes entre Portugal e EUA”, lê-se num comunicado do PEV com as conclusões do Conselho Nacional do partido, que se reuniu no sábado.Sobre os bombardeamentos dos EUA e Israel no Irão, os Verdes consideram “que este ato de agressão que terá atingido várias áreas da capital do Irão e que terá vitimado dezenas de civis e infraestruturas como escolas, merecem a mais forte condenação”.No plano da política internacional, o PEV manifesta preocupação com “as pretensões da administração Trump” e lamenta a “figura triste do Governo PSD/CDS que ainda ponderou a sua presença como observador” no Conselho da Paz do Presidente norte-americano.Lusa.O presidente russo Vladimir Putin pronunciou-se sobre a morte de Ali Khamanei classificando-a como uma "cínica" violação das normas do direito internacional. Numa nota libertada pelo Kremlin, dirigida ao presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, Vladimir Putin afirma, segundo a agência Reuters: "Por favor, aceite as minhas mais profundas condolências pelo assassinato do Líder Supremo da República Islâmica do Irão, Seyed Ali Khamenei, e de membros da sua família, cometido numa violação cínica de todas as normas da moral humana e do direito internacional". .O Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, declarou este domingo que vingar a morte do líder supremo, o ‘ayatollah’ Ali Khamenei, era um “direito e um dever legítimo” para a República Islâmica.Ali Khamenei, 86 anos, foi morto no sábado em Teerão no início dos ataques de Israel e dos Estados Unidos contra o Irão, que continuaram este domingo, 1 de março.Pezeshkian considerou que a morte de Ali Khamenei constituía uma “declaração de guerra contra os muçulmanos e, em particular, contra os xiitas em todo o mundo”, referiu num comunicado divulgado pela televisão estatal.Justificou tratar-se da “mais alta autoridade política da República Islâmica do Irão e de um eminente líder do xiismo no mundo”, acrescentou na mesma nota citada pela agência de notícias France-Presse (AFP).Lusa.Centenas de manifestantes tentaram este domingo invadir a zona de alta segurança que abriga a embaixada dos Estados Unidos em Bagdade, depois da confirmação da morte do líder supremo iraniano. Ali Khamenei."As tentativas foram frustradas até agora, mas continuam a tentar" romper o cordão de segurança, disse uma fonte de segurança em declaraçês à AFP.Manifestantes, alguns deles empunhando bandeiras de grupos armados pró-iranianos, atiraram pedras contra as forças de segurança, que responderam com granadas de gás lacrimogéneo, observou a agência.A imprensa local noticiou outras manifestações em províncias do sul do Iraque.Vários grupos armados iraquianos apoiados pelo Irão declararam no sábado que não permaneceriam "neutros" e que defenderiam a República Islâmica.Entre eles, o poderoso grupo Kataëb Hezbollah anunciou que atacaria bases norte-americanas em resposta à morte, no sábado, de dois dos seus combatentes em ataques aéreos no sul do Iraque.No início da manhã de domingo, fortes explosões foram ouvidas perto do aeroporto de Erbil, que acolhe tropas da coligação liderada pelos Estados Unidos na região autónoma do Curdistão iraquiano, testemunhou um jornalista da AFP, que viu uma espessa nuvem de fumo preto a subir da zona do aeroporto.Pouco depois, um pequeno grupo pró-iraniano reivindicou ataques com drones contra soldados americanos em Erbil.No sábado, as forças da coligação liderada pelos Estados Unidos abateram vários mísseis e drones carregados com explosivos sobre Erbil, informaram as autoridades locais.Lusa.Pelo menos oito pessoas morreram este domingo em confrontos com a polícia em Karachi, depois de centenas de manifestantes terem invadido o consulado dos Estados Unidos nesta cidade portuária paquistanesa, segundo as autoridades.A violência ocorreu quando centenas de pessoas da comunidade xiita tentaram romper o perímetro de segurança das instalações diplomáticas dos Estados Unidos em protesto contra os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irão. Além das vítimas mortais, muitas pessoas ficaram feridas nos confrontos.Karachi é a capital da província de Sindh, no sul do Paquistão. O Paquistão, que alberga uma das mais importantes comunidades xiitas do mundo (cerca de 20% da sua população), vê com preocupação a escalada do conflito no Médio Oriente e o impacto que pode ter internamente, temendo que uma nova onda de violência civil abre mais uma frente de desestabilização interna.Na semana passada, o Governo paquistanês declarou "guerra aberta" contra os talibãs do vizinho Afeganistão.Lusa.O exército israelita reivindicou este domingo a morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, nos bombardeamentos no sábado que deram início à nova guerra contra o Irão em colaboração com os Estados Unidos.“Ali Khamenei foi alvo de uma operação precisa e de larga escala levada a cabo pela Força Aérea Israelita”, assegurou o exército de Israel num comunicado citado pela agência de notícias espanhola EFE.A força aérea foi “guiada por informações de inteligência detalhadas” e Ali Khamenei foi visado quando “se encontrava no seu complexo de comando central no coração de Teerão, juntamente com outros altos oficiais”.“Khamenei foi o arquiteto do plano para destruir o Estado de Israel e era conhecido como a ‘cabeça do polvo iraniano’, estendendo os seus braços por todo o Médio Oriente e pelas fronteiras do Estado de Israel”, disseram os militares.O exército israelita congratulou-se por ter posto “fim a um capítulo de décadas”, uma vez que a morte de Khamenei se soma a uma série de ataques anteriores para eliminar chefes de milícias do chamado “Eixo de Resistência” iraniano.Lusa.O processo de transição no Irão em consequência da morte do líder supremo Ali Khamenei terá início ainda este domingo, anunciou o principal responsável pela segurança do país, Ali Larijani."Um conselho de direção provisório será formado em breve. O Presidente, o chefe do poder judicial e um jurista do Conselho dos Guardiães assumirão a responsabilidade até a eleição do próximo líder", disse Larijani, chefe do órgão de segurança mais alto do Irão, o Conselho Supremo de Segurança Nacional, e ex-conselheiro de Ali Khamenei."Este conselho será criado assim que possível. Estamos a trabalhar na sua formação a partir de hoje", acrescentou, alertando contra "tentativas de divisão" entre o poder iraniano.Um conselho formado pelo Presidente do Irão, Masud Pezeshkian, pelo chefe do poder judiciário, Golamhosein Mohseni Eyei, e por um jurista do Conselho dos Guardiães assumirá a liderança do país após a morte do ayatolla Ali Khamanei.Os três responsáveis assumirão o "período de transição" resultante da morte de Ali Khamanei nos ataques dos Estados Unidos e de Israel, após 36 anos no poder, informou a agência estatal iraniana, IRNA.Lusa.O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas iranianas, Abdolrahim Moussavi, foi morto juntamente com outros generais de alta patente durante os ataques norte-americanos e israelitas contra o país, informou este domindo a televisão estatal iraniana.A televisão citou o nome de Moussavi entre os altos funcionários mortos no sábado, juntamente com o ministro da Defesa, o chefe da Guarda Revolucionária, Mohammad Pakpour, e Ali Shamkhani, conselheiro do líder supremo e secretário do Conselho de Defesa.A emissora precisou que foram mortos "durante uma reunião do Conselho de Defesa", acrescentando que outros nomes serão anunciados posteriormente.Lusa.Uma explosão de grandes dimensões abalou este domingo a capital do Irão, no momento em que o exército israelita afirmou estar a atingir o “coração de Teerão”.A deflagração lançou uma enorme coluna de fumo sobre os céus de Teerão e fez estremecer o solo, segundo a agência de notícias norte-americana The Associated Press (AP).Não foi imediatamente claro qual seria o alvo, mas a explosão pareceu centrada num bairro que acolhe o quartel-general da polícia e a televisão estatal iraniana.O exército israelita confirmou que estava a realizar ataques contra alvos no centro de Teerão.Nas últimas 24 horas, “a Força Aérea israelita realizou ataques de grande escala para estabelecer a superioridade aérea e abrir caminho para Teerão”, acrescentaram os militares, citados pela agência francesa AFP.Lusa.O Irão decretou este domingo um período de luto de 40 dias, bem como sete dias feriados, após a morte, aos 86 anos, do líder supremo da República Islâmica, Ali Khamenei, no poder desde 1989."Com o martírio do líder supremo, o seu caminho e a sua missão não serão perdidos nem esquecidos; pelo contrário, serão prosseguidos com mais vigor e zelo", declarou um apresentador da televisão estatal.Os Guardas da Revolução iranianos, tropa especial do ayatolla, prometeram uma "punição severa" aos "assassinos" do líder supremo, cuja morte foi confirmada anteriormente pela televisão estatal.Num comunicado, os Guardas condenaram "os atos criminosos e terroristas cometidos pelos governos maléficos dos Estados Unidos e do regime sionista", acrescentando: "A mão vingativa da nação iraniana não os deixará em paz até infligir aos assassinos do imã da Oumma um castigo severo e decisivo do qual eles arrependerão".Lusa.Um apresentador da televisão estatal iraniana anunciou este domingo, 1 de março, às 05h00 locais (01h30 TMG), em lágrimas, a morte do ayatolla Ali Khamenei, líder supremo da República Islâmica do Irão, que estava no poder há 36 anos.A televisão iraniana não especificou em que circunstância Ali Khamenei faleceu aos 86 anos, nem mencionou os ataques israelitas e americanos de sábado contra a sua residência em Teerão. Fotos e imagens de arquivo são transmitidas com uma faixa preta no ecrã em sinal de luto."Com o martírio do líder supremo, o seu caminho e a sua missão não serão perdidos nem esquecidos; pelo contrário, serão prosseguidos com mais vigor e zelo", declarou um apresentador da televisão estatal.À medida que surgiram notícias sobre a morte do líder religioso, testemunhas oculares em Teerão disseram à Associated Press que alguns residentes estavam a comemorar, a apitar e a gritar.Este sábado à noite Donald Trump escreveu ontem na rede social Truth Social que "Khamenei está morto", confirmando a morte do líder supremo do Irão. "Khamenei, uma das pessoas mais cruéis da História, está morto", inicia Trump a publicação. "Isto não é apenas Justiça para o povo do Irão, mas para todos os Grandes Americanos, e para as pessoas de muitos Países por todo o Mundo, que foram mortas ou mutiladas por Khamenei e pelo seu bando de BANDIDOS sedentos de sangue. Ele foi incapaz de evitar a nossa Inteligência e os nossos Sistemas de Rastreio Altamente Sofisticados e, trabalhando em estreita colaboração com Israel, não houve nada que ele, ou os outros líderes que foram mortos juntamente com ele, pudessem fazer", prossegue.Os Estados Unidos e Israel iniciaram ontem, sábado, 28 de fevereiro, um ataque ao Irão na sequência de negociações para pôr termo ao programa nuclear iraniano. O Irão respondeu com mísseis contra alvos em Israel e a bases militares norte-americanas em vários países do Médio Oriente.Com Lusa