Se os resultados se confirmarem, Magdalena Andersson volta ao cargo de primeira-ministra.
Se os resultados se confirmarem, Magdalena Andersson volta ao cargo de primeira-ministra.EPA/JONAS EKSTROMER

Projeções apontam para vitória da esquerda na Suécia

A primeira sueca a chefiar um governo, em 2021 e 2022, a social-democrata Magdalena Andersson está em boa posição para regressar ao cargo.
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Magdalena Andersson deverá voltar a ser eleita primeira-ministra na Suécia, de acordo com as primeiras projeções da televisão pública sueca SVT. O conjunto da oposição (maioritariamente de esquerda, mas incluindo também o Partido do Centro) terá atingido 51,3% dos votos, contra 46,8% do bloco da direita, deitando assim por terra as esperanças de reeleição do atual primeiro-ministro, Ulf Kristersson, indicam as primeiras projeções divulgadas pelas 20:00 (19:00 em Lisboa), mesma hora do fecho das urnas.

Desilusão ainda para a direita radical dos Democratas Suecos, para júbilo dos sociais-democratas reunidos num hotel no centro de Estocolmo. Anteriormente na posição de segundo partido nas intenções de voto, estão agora em terceiro lugar, com 17,2% dos votos.

Os Sociais-Democratas festejaram também os 7,4% projetados para os Verdes, que são um possível parceiro de coligação à esquerda.

À entrada da festa da noite eleitoral, Magdalena Andersson reiterou que os Sociais-Democratas estão abertos à colaboração com todos os partidos, exceto com os Democratas Suecos, da direita radical nacionalista.

“Eu tenho muito claro o que quero: fazer a economia arrancar, que as pessoas comuns tenham mais dinheiro no bolso e que a crise na educação e na saúde termine”, acrescentou.

Os resultados finais devem sair ao final da noite, mas as primeiras projeções apontam para a queda da coligação de direita entre Moderados, Liberais e Democratas-Cristãos.

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