Números da tragédia na Venezuela aumentam: há já 1430 mortos, entre eles 41 portugueses e lusodescendentes

Dois grandes sismos atingiram a Venezuela na quarta-feira, 24 de junho. Há pelo menos 1430 mortos, segundo o mais recente balanço oficial, entre eles 41 portugueses e lusodescendentes.
Continuam as buscas por sobreviventes na Venezuela.
Continuam as buscas por sobreviventes na Venezuela.Foto: EPA

Números da tragédia aumentam: 1.430 mortos e 3.238 feridos

O governo venezuelano elevou este sábado para 1.430 o número de mortos prvocados pelos dois fortes sismos que atingiram o país na última quarta-feira.

Acrescem 3.238 feridos, segundo a última atualização oficial divulgada pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez.

Sobe para 41 o número de portugueses e lusodescendentes entre as vítimas mortais 

O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 41, segundo um novo balanço divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).

O MNE indicou também que estão desaparecidos ou incontactáveis 87 portugueses ou lusodescendentes, 51 dos quais homens e 36 mulheres, tendo sido encontrados 49.

Os dados mais recentes do MNE dão conta que dos 41 mortos, 35 são adultos e seis crianças, sendo que 34 são lusodescendentes, seis são portugueses e um tem nacionalidade portuguesa por casamento.

O anterior balanço, divulgado cerca das 15:00, referia 36 portugueses ou lusodescendentes entre as vítimas mortais.

Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 929 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.

Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.

Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.

A equipa portuguesa, composta por 64 elementos, já chegou ao país e aguarda pela atribuição de missão pelas autoridades venezuelanas, segundo a Proteção Civil.

Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.

Missão portuguesa aguarda pela atribuição de missão pelas autoridades

A missão portuguesa para ajudar nas buscas, salvamento e primeiros socorros após os sismos na Venezuela chegou neste sábado, 27 de junho, àquele país e aguarda pela atribuição de missão pelas autoridades venezuelanas, segundo a Proteção Civil.

Os operacionais encontram-se neste momento a proceder à descarga de material, aguardando a atribuição de missão pelas autoridades venezuelanas, no âmbito do esforço internacional de resposta aos sismos que afetaram o país”, refere a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) numa nota divulgada nas redes sociais.

A ANEPC dá conta que a Força Operacional Conjunta (FOCON) portuguesa, composta por 64 elementos, chegou ao Aeropuerto Internacional de Maiquetía Simón Bolívar, na Venezuela, em dois voos da Força Aérea Portuguesa.

Segundo a ANEPC, o primeiro avião aterrou às 13:15 (08:15 hora local) e o segundo às 14:50 (09:50 hora local).

Os dois aviões da Força Aérea com os 64 elementos da Unidade Especial de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), dos Sapadores Bombeiros de Lisboa e do INEM partiram de Beja na sexta-feira à noite.

Esta força conjunta reúne “capacidades especializadas em operações de busca e salvamento, recuperação de vítimas, resposta a catástrofes e apoio médico de emergência”, segunda uma nota do MNE de sexta-feira.

Seguiram também a bordo cerca de 23 toneladas de ajuda humanitária, incluindo "equipamentos de proteção individual, material de busca e salvamento, equipamento médico, medicamentos, tendas, geradores, bens alimentares", para apoiar as operações de socorro e assistência às populações afetadas, de acordo com o MNE.

Em declarações à Lusa na sexta-feira (26), o segundo comandante nacional da ANEPC, José Ribeiro, afirmou que os elementos da missão têm “muita experiência” em cenários de sismos.

Segundo José Ribeiro, o planeamento feito para a duração da missão portuguesa foi de 10 dias e mais dois de reserva, tendo sido também o que foi feito pelas forças internacionais que estão no terreno.

Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira (24), causaram pelo menos 929 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.

Entre os mortos, há pelo menos 36 portugueses e lusodescendentes, e outros 91 estão desaparecidos ou incontactáveis.

Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.

Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.

Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.

Lusa

Cruz Vermelha alerta que estradas bloqueadas dificultam operações de resgate

A Cruz Vermelha Internacional alertou que as operações de busca e salvamento na Venezuela continuam a ser dificultadas por estradas bloqueadas e pela destruição provocada pelos sismos.

Em declarações à BBC, a diretora regional para as Américas, Loyce Pace, afirmou que as equipas de emergência têm recorrido a motas e outros meios de transporte para chegar às zonas afetadas e advertiu que "o tempo está a esgotar-se" para encontrar sobreviventes sob os escombros.

Missão de ajuda portuguesa já aterrou em Maquetia

Os dois aviões que transportam a missão portuguesa para ajudar nas buscas, salvamento e primeiros socorros na Venezuela já aterraram em Maquetia, próximo de La Guaira, região mais afetada pelos sismos, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros

Os dois aviões da Força Aérea com os 64 elementos da Unidade Especial de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), dos Sapadores Bombeiros de Lisboa e do INEM partiram de Beja na sexta-feira à noite, 26, à noite.

Esta força conjunta reúne “capacidades especializadas em operações de busca e salvamento, recuperação de vítimas, resposta a catástrofes e apoio médico de emergência”, segundo uma nota do MNE de sexta-feira.

Seguiram também a bordo cerca de 23 toneladas de ajuda humanitária, incluindo "equipamentos de proteção individual, material de busca e salvamento, equipamento médico, medicamentos, tendas, geradores, bens alimentares", para apoiar as operações de socorro e assistência às populações afetadas, de acordo com o MNE.

Em declarações à Lusa na sexta-feira, o segundo comandante nacional da ANEPC, José Ribeiro, afirmou que os elementos da missão têm “muita experiência” em cenários de sismos.

Segundo José Ribeiro, o planeamento feito para a duração da missão portuguesa foi de 10 dias e mais dois de reserva, tendo sido também o que foi feito pelas forças internacionais que estão no terreno.

Lusa

Novo balanço aumenta vítimas portuguesas e lusodescendentes para 36

O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 36, segundo um novo balanço do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), divulgado pouco depois de ter avançado 32 vítimas e 96 desaparecidos.

O MNE avança também que estão desaparecidos ou incontactáveis 91 portugueses ou lusodescendentes, 49 dos quais homens e 42 mulheres.

De acordo com os dados mais recentes do MNE, entre os 36 mortos estão cinco crianças e 31 adultos, sendo que 29 são lusodescendentes, seis são portugueses e um tem nacionalidade portuguesa por casamento.

O MNE indica que já foram encontrados 44 portugueses e lusodescendentes.

Lusa

Vítimas portuguesas e lusodescendentes sobem para 32

Pelo menos 32 portugueses e lusodescendentes morreram devido aos sismos que atingiram a Venezuela e 96 estão desaparecidos ou incontactáveis, indicou este sábado, 27 de junho, o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).

Segundo o MNE, entre os 32 mortos estão três crianças e 29 adultos, sendo que 25 são lusodescendentes, seis são portugueses e um tem nacionalidade portuguesa por casamento.

Dos 96 portugueses desaparecidos ou incontactáveis, 53 são homens e 43 são mulheres, avança ainda o MNE.

Lusa

Famílias regressam a edifícios instáveis para recuperar bens essenciais

Enquanto prosseguem as operações de busca e salvamento, algumas famílias estão a regressar a edifícios parcialmente destruídos ou considerados instáveis para recuperar bens essenciais, apesar do risco de novas réplicas.

Segundo a BBC, drones estão a ser utilizados para avaliar os danos e ajudar na localização de vítimas e sobreviventes na região de La Guaira, a mais afetada pelos sismos. No terreno, persistem momentos de pânico sempre que há receio de novos abalos.

Governo do Chile confirma morte de cidadão chileno nos sismos

O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Chile confirmou neste sábado (27) a morte de um cidadão chileno na sequência dos sismos que atingiram a Venezuela. Em comunicado divulgado na rede social X, a diplomacia chilena informou que está em contacto com a família da vítima para prestar apoio e assistência.

"Temos fé e esperança de que vamos resgatá-los", diz presidente interina da Venezuela

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou este sábado (27) que a prioridade das autoridades continua a ser o resgate de pessoas com vida sob os escombros deixados pelos sismos de quarta-feira.

Numa mensagem divulgada pelo Governo venezuelano, Rodríguez agradeceu o trabalho das equipas de emergência e mostrou-se confiante no sucesso das operações. "Temos fé e esperança de que vamos resgatá-los", afirmou.

ONU diz que operações de busca na Venezuela entram numa fase "crucial"

O coordenador humanitário das Nações Unidas, Tom Fletcher, afirmou que este sábado, dia 27 de junho, é um dia "crucial" para as operações de busca e salvamento na Venezuela, à medida que equipas internacionais continuam a chegar às zonas mais afetadas pelos sismos.

Segundo o responsável, estão já mobilizadas 39 equipas internacionais de busca e salvamento, num total de cerca de 2.000 operacionais provenientes da Europa, América, Médio Oriente e outras regiões. As equipas contam ainda com 111 cães especializados em operações de resgate.

Em declarações à BBC, Tom Fletcher sublinhou que os socorristas trabalham "minuto a minuto, hora a hora", guiados pela esperança de encontrar pessoas com vida sob os escombros. "O pior é quando essas vozes se calam", afirmou.

PR faz momento de silêncio pelas vítimas em encontro com lusodescendentes

O Presidente da República, António José Seguro, reuniu-se com a comunidade portuguesa da Florida, no sudeste dos EUA, incluindo vários luso-venezuelanos, e fez um minuto de silêncio pelas vítimas dos sismos na Venezuela.

"Estou feliz por estar aqui convosco, mas quero também dizer-vos que estou a acompanhar em permanência, em articulação com o Governo português, e com muita preocupação a situação que se está a viver na Venezuela. Em especial a situação da grande comunidade de portugueses e luso-venezuelanos naquele país", começou por dizer o chefe de Estado, na sexta-feira.

Numa receção à comunidade portuguesa do estado da Florida, num hotel em Miami, Seguro lamentou as 28 mortes já confirmadas de portugueses e lusodescendentes devido aos sismos que atingiram a Venezuela na quarta-feira.

"Expresso sentidas condolências às famílias. Sei que muitos de vós aqui sois também luso-venezuelanos. Espero que as vossas famílias estejam bem e que já tenham tido oportunidade de falar, de contactar com elas. Que encontrem todos vós, e sobretudo aqueles que vivem ainda momentos de angústia, e em particular aqueles que vivem momentos de perda, força e coragem para enfrentar esta tragédia", acrescentou.

O Presidente da República dirigiu-se então ao público e pediu que o acompanhassem num momento de silêncio em homenagem àqueles que perderam a vida nessa catástrofe.

Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 929 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.

Lusa

Missão portuguesa parte de Beja em aviões da Força Aérea

A missão portuguesa para ajudar nas buscas, salvamento e primeiros socorros após os sismos na Venezuela partiu de Beja, com os 64 elementos transportados em dois aviões da Força Aérea, anunciaram as Forças Armadas.

Num comunicado, o Gabinete do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, general João Cartaxo Alves, disse que o primeiro avião partiu da Base Aérea N.º 11 às 22:22 de sexta-feira, com o segundo a descolar às 23:57.

Fazem parte da força conjunta elementos da Unidade Especial de Proteção e Socorro (UEPS) da Guarda Nacional Republicana, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), que reúnem “capacidades especializadas em operações de busca e salvamento, recuperação de vítimas, resposta a catástrofes e apoio médico de emergência”, refere a nota.

O líder das Forças Armadas indicou também que seguem a bordo cerca de 23 toneladas de ajuda humanitária, incluindo "equipamentos de proteção individual, material de busca e salvamento, equipamento médico, medicamentos, tendas, geradores, bens alimentares", para apoiar as operações de socorro e assistência às populações afetadas.

A operação reafirma "o compromisso de Portugal com a solidariedade internacional, o apoio às populações afetadas por catástrofes e a proteção das comunidades portuguesas no estrangeiro", sublinha o comunicado.

Na sexta-feira, a diplomacia portuguesa disse que a operação resulta de um esforço de coordenação que envolveu especialmente os ministérios dos Negócios Estrangeiros, da Defesa Nacional, da Administração Interna e da Saúde.

Em declarações à Lusa, o segundo comandante nacional da ANEPC, José Ribeiro, afirmou que os elementos da missão têm “muita experiência” em cenários de sismos.

Segundo José Ribeiro, o planeamento feito para a duração da missão portuguesa foi de 10 dias e mais dois de reserva, tendo sido também o que foi feito pelas forças internacionais que estão no terreno.

Lusa

Presidente interina vaiada em visita a zona de crise em Caracas

Um grupo de moradores e familiares de pessoas presas sob os escombros de um edifício em Caracas atingido pelos devastadores sismos na Venezuela vaiou na sexta-feira a presidente interina, Delcy Rodríguez.

"Chega de campanha política no meio de uma tragédia como a que estamos a viver", frisaram à governante, de acordo com a agência France-Presse (AFP).

Rodríguez visitava uma zona nobre da capital perto de um edifício que ruiu na quarta-feira e os moradores acusaram também o Governo de "não fazer nada pelo povo".

O ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, anunciou a restrição de acesso ao Estado de La Guaira (norte, perto de Caracas), a zona mais afetada pelos sismos, a partir das 20:00 de sexta-feira (01:00 de sábado em Lisboa).

Num discurso na emissora estatal, Cabello especificou que qualquer pessoa que deseje viajar para La Guaira deve registar-se junto do Governo em Caracas para "impedir que pessoas sem qualquer missão designada" entrem no Estado.

O objetivo desta medida é facilitar os esforços de socorro e evitar obstruções, sublinhou o alto responsável chavista.

Antes, a presidente interina tinha pedido aos cidadãos que não se deslocassem a La Guaira, a cerca de 40 quilómetros de Caracas, para facilitar as operações de resgate.

Aproximadamente cem edifícios ruíram em La Guaira, enquanto continua a mobilização de mais de cem máquinas pesadas para o resgate de pessoas presas nos escombros, e foi anunciado o envio de 11.500 agentes de segurança de várias instituições.

Milhares de civis venezuelanos estão a fazer voluntariado nos esforços de resgate nos edifícios afetados e também organizaram campanhas de recolha de mantimentos e entrega de donativos para várias áreas de Caracas e La Guaira.

Lusa

Novo abalo de magnitude 5,4 na escala de Richter atinge o país

A Venezuela voltou a ser abalada por um sismo de magnitude 5,4 na escala de Richter, depois de, na quarta-feira, dois sismos de 7,2 e 7,5, causarem pelo menos 929 mortos.

O novo abalo, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, de magnitude preliminar 5,4 graus, teve lugar pelas 18:16 de sexta-feira (23:16 em Lisboa), junto à costa do estado venezuelano de Arágua, 44 quilómetros a norte da cidade de Maracay.

O sismo, segundo reportado nas redes sociais, foi sentido intensamente nos estados de Arágua, Carabobo, Miranda, La Guaira e no Distrito Capital.

A Fundação Venezuelana de Investigações Sismológicas confirmou a ocorrência de um novo sismo, pelas 18:16, apontando uma magnitude de 4,9, com o epicentro a uma profundidade de 4,6 quilómetros, 50 quilómetros a noroeste de La Victoria.

O sismo foi precedido por outro de magnitude 2,9, que ocorreu pelas 18:02 (23:02 em Lisboa), 17 quilómetros a noroeste da localidade de San Felipe e 290 quilómetros a oeste de Caracas, a capital do país.

Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 929 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.

Entre os mortos, há pelo menos 28 portugueses e lusodescendentes, e outros 85 estão desaparecidos.

Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.

Portugal e outros sete países da União Europeia vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.

Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.

Segundo a imprensa local, desde a quarta-feira já se registaram mais de 300 réplicas, embora de menor intensidade.

Lusa

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