As companhias aéreas europeias estão a pressionar a União Europeia (UE) para intervir com medidas de emergência para lidar com as repercussões da guerra no Médio Oriente, entre as quais encerramentos generalizados do espaço aéreo e crescentes preocupações com a escassez de combustível de aviação, segundo um documento citado pela Reuters.A associação do setor, Airlines for Europe (A4E), solicitou à UE que implemente uma série de medidas para responder à crise, incluindo a monitorização do fornecimento de combustível de aviação, a suspensão temporária do mercado de carbono para a aviação e a eliminação de certos impostos sobre a aviação.A A4E exigiu, no documento, que Bruxelas considere a compra conjunta, por parte da UE, de querosene, que é um tipo de combustível de aviação.A A4E, cujos membros incluem a Lufthansa, a Air France-KLM e a easyJet, instou ainda a UE a alterar a sua exigência legal para que os países mantenham reservas de petróleo de emergência para 90 dias, uma vez que esta regra não inclui atualmente um requisito específico para o combustível de aviação.No documento, são ainda solicitados esclarecimentos sobre a legislação existente, incluindo a confirmação de que os encerramentos do espaço aéreo devido a conflitos e os consequentes efeitos operacionais serão considerados como não utilização justificada de slots..O Presidente francês e o primeiro-ministro britânico vão presidir na sexta-feira, a partir de Paris, a uma videoconferência de países para organizar uma missão defensiva no estreito de Ormuz, anunciou hoje a presidência francesa.A missão destina-se “a restaurar a liberdade de navegação no estreito de Ormuz quando as condições de segurança o permitirem”, precisou a presidência, citada pela agência de notícias France-Presse (AFP).Na reunião presidida por Emmanuel Macron e Keir Starmer vão participar “países não-beligerantes prontos a contribuir” para “uma missão multilateral e puramente defensiva”, de contornos ainda por definir e distinta dos esforços dos Estados Unidos.O anúncio segue-se ao bloqueio no estreito ordenado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, na sequência da falta de acordo com Teerão para terminar a guerra contra que Estados Unidos e Israel iniciaram em 28 de fevereiro.Lusa.A produção de petróleo sofreu uma queda de 10,1 milhões de barris por dia em março devido à guerra no Médio Oriente, a maior queda da história, indicou hoje a Agência Internacional de Energia (AIE).No relatório mensal sobre o mercado do petróleo publicado hoje, a AIE indicou que, em março, as perdas de produção decorrentes do conflito no Médio Oriente representaram, de forma acumulada, mais de 360 milhões de barris, prevendo um aumento para 440 milhões de barris em abril.No início de abril, o bloqueio quase total do estreito de Ormuz pelo Irão significava que por ali saíam 3,8 milhões de barris por dia de crude, gás natural e produtos refinados, quando em fevereiro, antes do início das hostilidades, eram mais de 20 milhões de barris por dia.Embora países, como a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos e o Iraque, tenham habilitado outras vias para exportar uma parte dos hidrocarbonetos à margem do estreito de Ormuz, as perdas nas exportações de petróleo ultrapassam os 13 milhões de barris por dia, compensadas em parte recorrendo às reservas, que estão a diminuir.No que diz respeito à procura, a AIE reviu fortemente em baixa as previsões para este ano e estima agora que esta será, em média, de 104,259 milhões de barris por dia, o que significa menos 730.000 barris por dia do que tinha calculado em março, durante os primeiros dias da guerra.Entre o segundo e o quarto trimestre, a queda no consumo será de 1,5 milhões de barris por dia, a mais “abrupta” desde o início da crise da covid-19 em 2020.Se as interrupções se prolongarem, a queda da procura pode atingir cinco milhões de barris por dia em termos homólogos entre o segundo e o quarto trimestre.Os autores do relatório alertaram que se as interrupções na produção e exportação de petróleo do Médio Oriente continuarem elevadas será necessário continuar a recorrer às reservas a ritmos "insustentáveis" de seis milhões de barris por dia (2.000 milhões de barris no conjunto do ano).O diretor executivo da AIE, Fatih Birol, alertou que “abril deverá ser pior do que março” para o setor energético, mesmo que se encontre uma saída para a guerra, pois, embora no mês passado o mercado tenha sido abastecido com os petroleiros carregados no Golfo Pérsico antes do início do conflito, isso não pode acontecer agora.“É a crise energética mais grave da história”, advertiu Birol, que salientou que esta afeta “o petróleo e o gás natural, mas também outros produtos básicos essenciais, como os fertilizantes, os produtos petroquímicos ou o hélio”.Lusa.As autoridades paquistanesas anunciaram hoje ter proposto nova ronda negocial para a paz entre responsáveis de Estados Unidos da América (EUA) e a República Islâmica iraniana, enquanto presidente e vice-presidente norte-americanos apontaram a existência de progressos.Donald Trump afirmou que Washington foi contactado “pela outra parte”, que quer “chegar a um acordo”, e o seu ‘vice’, JD Vance, presente nas negociações goradas no fim de semana em Islamabade, declarou haver “algum progresso”.Por seu turno, um alto responsável do grupo islamista radical pró-iraniano do Líbano Hezbollah disse que aquele movimento armado não vai acatar qualquer acordo que possa acontecer nas negociações entre o governo libanês e o congénere israelita, previstas para terça-feira, em Washington.As autoridades libanesas esperam intermediar um cessar-fogo na guerra que dura desde 02 de fevereiro entre as forças armadas israelitas e o Hezbollah e que já matou pelo menos 2.089 pessoas no Líbano.O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que o objetivo é o desarmamento do grupo xiita libanês e não negociar uma trégua, com vista a um acordo de paz, sim, mas entre Líbano e Israel.Entretanto, o bloqueio imposto pelos EUA aos portos iranianos, que começou segunda-feira, e a ameaça de retaliação do Irão criaram novo impasse, ameaçando ainda mais a economia global, sobretudo quanto aos transportes marítimos na região do golfo Pérsico.Lusa.A Agência Internacional de Energia (AIE), o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial alertaram na segunda-feira para o impacto "global e altamente assimétrico" da guerra no Médio OrientePara as três instituições, o conflito no Médio Oriente está a afetar os importadores de energia, particularmente os países mais desfavorecidos.Os responsáveis das três instituições internacionais, Kristalina Georgieva (FMI), Ajay Banga (Banco Mundial) e Fatih Birol (AIE), realizaram na segunda-feira uma reunião no âmbito do grupo de coordenação criado no início de abril para coordenar a resposta das agências aos efeitos económicos da guerra no Médio Oriente.Neste sentido, manifestaram preocupação com a segurança alimentar e a perda de emprego como fatores resultantes da crise nos preços do petróleo, gás e fertilizantes agrícolas. Por outro lado, alguns produtores de petróleo e gás da região também sofreram uma queda drástica nas receitas de exportação.No comunicado conjunto, as três instituições disseram que a situação continua incerta, assinalando que a navegação no Estreito de Ormuz ainda não regressou à normalidade.O documento alertou que, mesmo após a retoma dos fluxos marítimos regulares, vai demorar tempo para que o fornecimento global de matérias-primas essenciais regresse aos níveis anteriores ao conflito.Neste sentido, os preços dos combustíveis e dos fertilizantes podem manter-se elevados durante um longo período.O Fundo Monetário Internacional, o Banco Mundial e a Agência Internacional de Energia avisaram ainda que as interrupções no fornecimento podem provocar escassez nos setores da energia, alimentar e outros.A guerra provocou deslocações forçadas, provocou desemprego e reduziu as viagens e o turismo, uma situação que pode tardar a ser invertida, referiram.Lusa.O Presidente chinês, Xi Jinping, defendeu hoje um cessar-fogo “abrangente e duradouro” no Médio Oriente, durante um encontro em Pequim com o príncipe herdeiro de Abu Dhabi, Khaled bin Mohamed bin Zayed Al Nahyan.A reunião decorreu no Grande Palácio do Povo, na capital chinesa, num contexto de agravamento da crise no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas energéticas globais.Durante o encontro, Xi sublinhou que a resolução da situação deve passar por vias políticas e diplomáticas e garantiu que a China continuará a desempenhar um “papel construtivo” e a “trabalhar ativamente” para promover a paz, segundo um comunicado divulgado pela agência noticiosa oficial Xinhua.O líder chinês defendeu ainda o respeito pela soberania, segurança e integridade territorial dos países do Médio Oriente e do Golfo, alertando contra a aplicação seletiva do direito internacional, que, afirmou, não pode ser usado “quando convém e descartado quando não”.Xi apresentou quatro princípios para avançar na estabilidade regional, incluindo a coexistência pacífica entre os países da região, o respeito pelo direito internacional e a articulação entre desenvolvimento e segurança, numa altura em que o conflito aumenta a incerteza sobre rotas energéticas e o comércio global.Nesse contexto, defendeu o reforço da coordenação em fóruns multilaterais como a ONU e os BRICS, acrescentando que a estabilidade das relações entre a China e os Emirados Árabes Unidos pode ajudar a mitigar a incerteza internacional.As duas partes trocaram ainda pontos de vista sobre a situação no Médio Oriente e no Golfo, marcada por restrições ao tráfego marítimo no Estreito de Ormuz e pelo anúncio dos Estados Unidos de bloquear e intercetar determinados navios, após o fracasso das negociações com o Irão no Paquistão.Xi alertou também para o risco de prevalecer a “lei da selva” no sistema internacional, expressão que utilizou igualmente horas antes num encontro com o chefe do Governo espanhol, Pedro Sánchez.Segundo a Xinhua, o príncipe herdeiro dos Emirados Árabes Unidos destacou o papel “responsável e construtivo” da China e manifestou disponibilidade para reforçar a coordenação com Pequim, com vista a promover um cessar-fogo, garantir a segurança da navegação e evitar um maior impacto na economia global e nos mercados energéticos.A visita de Al Nahyan ocorre num momento de elevada tensão no Médio Oriente, com o Estreito de Ormuz sujeito a restrições ao tráfego impostas pelo Irão, em resposta ao conflito com os Estados Unidos e Israel e ao anúncio de Washington de bloquear e intercetar determinados navios.Lusa.O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, lamentou hoje, em Pequim, que países que criticam violações do direito internacional sejam depois alvo de ameaças, defendendo que a posição de Espanha sobre o Irão “não deve ofender ninguém”.Sánchez falava aos jornalistas após um encontro com o Presidente chinês, Xi Jinping, quando questionado sobre se as suas declarações sobre o deteriorar da ordem internacional poderiam ser vistas como uma crítica ao Presidente norte-americano, Donald Trump.“Espanha tem uma posição coerente em matéria de política externa. Não deve ofender ninguém”, afirmou o chefe do Executivo, defendendo um “sistema internacional baseado em regras” e rejeitando a prevalência da “lei da selva”.Lamentou que os países que criticam governos que, na sua perspetiva, violam o direito internacional acabem por ficar “sujeitos à ameaça desses países”, numa referência implícita aos Estados Unidos e a Israel, na sequência da crise desencadeada pela guerra com o Irão.A expressão utilizada por Sánchez coincide com a usada horas antes por Xi, no início da reunião bilateral no Grande Palácio do Povo, ao afirmar que China e Espanha estão “do lado certo da história” face à “lei da selva”, num momento em que o direito e a ordem internacionais foram “gravemente postos em causa”.O líder espanhol sublinhou que o quadro multilateral criado após a Segunda Guerra Mundial proporcionou “o maior período de prosperidade e de paz no mundo”, acrescentando que, do ponto de vista de Espanha, o respeito pelo direito internacional não é apenas uma questão moral, mas também de interesse nacional.“Nós não teremos qualquer problema em continuar do lado certo da história, a defender aquilo que consideramos justo”, acrescentou.Sánchez reúne-se ainda hoje em Pequim com o primeiro-ministro chinês, Li Qiang, e com o presidente do Comité Permanente da Assembleia Popular Nacional (órgão legislativo), Zhao Leji.Na segunda-feira, no arranque da visita oficial, o chefe do Governo espanhol apelou à China para reforçar o seu papel na resolução de conflitos como o do Irão e para promover uma maior abertura comercial, com vista a reduzir desequilíbrios como o défice que Espanha mantém com o país asiático.Lusa. O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergey Lavrov, pediu hoje que se evite o regresso do conflito armado no Irão e reiterou a disposição de Moscovo em apoiar uma solução pacífica para a nação persa.Num comunicado sobre a conversa telefónica entre o ministro russo e o seu homólogo iraniano, Abbas Araqchi, o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo informou que Lavrov enfatizou a importância de evitar um novo confronto armado, tendo reafirmado a “contínua disposição da Rússia em ajudar a resolver a crise, que não tem solução militar".Durante a conversa, "Araqchi informou Lavrov sobre os detalhes das conversas iraniano-americanas realizadas no sábado, em Islamabad".“O lado russo saudou o compromisso contínuo de Teerão em prosseguir com os esforços diplomáticos e procurar soluções que abordem as causas profundas do conflito e alcancem a estabilização a longo prazo na região, levando em consideração os legítimos interesses do Irão e dos seus vizinhos”, refere a nota.Lavrov aproveitou ainda a oportunidade para expressar condolências a Araqchi pelo “cruel assassinato em ataque aéreo” do ex-ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Kamal Kharazi, que morreu na quinta-feira.Lusa.As negociações entre Israel e Líbano têm início marcada para esta terça-feira, 14 de abril, em Washington, capital dos Estados Unidos.Durante o dia de ontem, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu insistiu que Israel vai dar continuidade ao plano de criar uma "zona de segurança sólida e mais profunda" no sul do Líbano, onde assinalou que "os combates continuam", apesar da reunião prevista entre os embaixadores dos dois países para discutir um cessar-fogo. Israel recusa-se a discutir um cessar-fogo com o Hezbollah, entre interpretações opostas sobre a inclusão do Líbano no acordo de cessar-fogo alcançado na semana passada por Estados Unidos e Irão na ofensiva israelo-americana desencadeada em 28 de fevereiro contra a República Islâmica. O Governo libanês observou que as negociações com Israel são separadas da trégua acordada na terça-feira para o conflito do Golfo, depois de o Paquistão, país mediador no processo, ter indicado o inicialmente o contrário. Israel e Estados Unidos entenderam que a trégua não abrangia o Líbano, levando o Irão a ameaçar faltar às negociações de paz com uma delegação norte-americana em Islamabade no passado fim de semana, que acabaram por terminar sem acordo. O Hezbollah retomou os ataques contra território israelita em 02 de março, logo após a ofensiva aérea, a 28 de fevereiro, dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, interrompendo um cessar-fogo em vigor desde novembro de 2024, nunca verdadeiramente respeitado. No mesmo dia, o Governo libanês proibiu as atividades militares do grupo xiita, que, apesar disso, não parou com lançamentos de projéteis e drones contra o território israelita. Netanyahu ameaçou reiteradamente que se as autoridades libanesas não conseguem controlar e desarmar o Hezbollah, Israel irá fazê-lo no seu lugar. .Perto de uma centena de manifestantes foram detidos na segunda-feira durante um protesto em Nova Iorque, para pedir ao líder democrata no Senado, Chuck Schumer, e à senadora Kirsten Gillibrand que bloqueiem a venda de bombas norte-americanas a Israel.Liderada pelo grupo pacifista Voz Judaica pela Paz (JVP, na sigla em inglês), a multidão de centenas de pessoas tentou inicialmente realizar um protesto pacífico no interior dos escritórios dos dois parlamentares democratas em Manhattan, acusados de apoiarem os crescentes ataques de Israel no Líbano e a guerra entre os EUA e Israel contra o Irão.Depois de serem impedidos pelos seguranças de entrar no edifício, os manifestantes bloquearam o trânsito no exterior, gritando "financiem as pessoas, não as bombas", enquanto eram detidos e colocados em três autocarros.Entre as cerca de 90 pessoas detidas estavam a denunciante e ativista Chelsea Manning, a atriz Hari Nef e a vereadora da cidade de Nova Iorque, Alexa Avilés, segundo um porta-voz da JVP.O protesto centrou-se num conjunto de resoluções apresentadas pelo senador Bernie Sanders que poderiam bloquear a venda de mais de 600 milhões de dólares (510,2 milhões de euros) em bombas a Israel.Medidas semelhantes, anteriormente apresentadas por Sanders, senador independente do Vermont, falharam. A mais recente iniciativa, no Verão passado, obteve o apoio de mais de metade dos senadores democratas, no meio da fome e do sofrimento generalizados em Gaza, mas Schumer e Gillibrand não apoiaram.Manifestantes disseram hoje que a ofensiva aérea e terrestre de Israel no sul do Líbano, juntamente com a guerra mais ampla entre os EUA e Israel contra o Irão, aumentaram a urgência da votação, que é esperada para o final desta semana."Este é o momento em que Schumer e Gillibrand devem ouvir os seus eleitores", disse Sonya Meyerson-Knox, diretora de comunicação da JVP, acrescentando: "A maioria dos americanos e nova-iorquinos quer uma solução para o que o Governo israelita está a fazer".Lusa.O ministro das Finanças de Israel comparou hoje o Governo alemão liderado por Friedrich Merz ao regime nazi, afirmando que já acabou o tempo em que Berlim ditava aos judeus "onde podiam ou não viver".O ministro das Finanças israelita, Bezalel Smotrich, reagia ao chanceler alemão, Freidrich Merz, que manifestou oposição à anexação da Cisjordânia por Israel."Senhor chanceler [Freidrich Merz], os dias em que os alemães ditavam aos judeus onde podiam ou não viver acabaram e não vão voltar. O senhor não nos vai forçar a viver em guetos novamente, muito menos na nossa própria terra", escreveu Smotrich hoje numa mensagem difundida através das redes sociais. "O nosso regresso à Terra de Israel — a nossa pátria bíblica e histórica — é a resposta a qualquer pessoa que nos tenha tentado ou esteja a tentar destruir, e não pedimos desculpa por isso, nem por um momento", acrescentou o ministro, que acusou ainda os membros do movimento Hamas de serem "nazis".Na segunda-feira, Merz propôs ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, a realização de "negociações de paz" com o Governo libanês no sentido do fim dos combates no Líbano, acrescentando que "não deve haver anexação de facto da Cisjordânia".As posições do chanceler alemão foram transmitidas durante um contacto telefónico com o chefe do Governo de coligação de Israel. Smotrich, na mesma mensagem, referindo-se à Europa disse que rejeita instruções de líderes "hipócritas" acrescentando que o "continente está a perder a consciência e a capacidade de distinguir entre o certo e o errado".Lusa.Bom dia!Acompanhe aqui todas as incidências desta terça-feira, 14 de abril, sobre a guerra no Médio Oriente.