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Melania Trump vai presidir reunião do Conselho de Segurança da ONU

Primeira-dama dos Estados Unidos fará história nas Nações Unidas, assumindo a presidência do Conselho de Segurança, para "enfatizar o papel da educação na promoção da tolerância e da paz mundial”.
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Melania Trump vai presidir a uma reunião do Conselho de Segurança da ONU na segunda-feira, 2 de março, anunciou o seu gabinete, naquela que será a primeira aparição de uma primeira-dama norte-americana nesta função.

"A primeira-dama Melania Trump fará história nas Nações Unidas, assumindo a presidência do Conselho de Segurança, em representação dos Estados Unidos, para enfatizar o papel da educação na promoção da tolerância e da paz mundial", afirmou o seu gabinete num comunicado divulgado na quarta-feira, 25 de fevereiro.

A reunião, agendada para as 20:00 de segunda-feira, vai focar-se em educação, tecnologia, paz e segurança e marcará a primeira vez que uma primeira-dama norte-americana em exercício preside ao Conselho de Segurança, detalha a nota.

O porta-voz do secretário-geral da ONU, Stephane Dujarric, afirmou esta quinta-feira que essa visita representa "um sinal da importância que os Estados Unidos atribuem ao Conselho de Segurança e ao tema" da educação.

"Posso confirmar que, de acordo com os nossos registos, esta será a primeira vez que uma primeira-dama, ou um primeiro-cavalheiro, presidirá a uma reunião do Conselho de Segurança", acrescentou, referindo que cônjuges de chefes de Estado já participaram anteriormente em representação de países que não são membros do Conselho.

Donald Trump vangloriou-se durante o seu discurso sobre o Estado da União, na terça-feira, afirmando que "ninguém se preocupa mais em proteger a juventude americana do que a nossa maravilhosa primeira-dama".

A participação de Melania na reunião vai acontecer numa altura em que o marido lidera o "Conselho de Paz", iniciativa do próprio que alguns críticos dizem ser uma forma de contornar o Conselho de Segurança da ONU.

Desde que voltou à Casa Branca, em janeiro do ano passado, o republicano retirou o apoio a várias agências importantes das Nações Unidas, como a Organização Mundial de Saúde.

Por outro lado, os Estados Unidos pagaram recentemente 160 milhões de dólares (cerca de 135 milhões de euros) ao orçamento geral da ONU, que enfrenta dificuldades financeiras.

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