Kiev reclama ter destruído 44 sistemas de artilharia russos

A Ucrânia diz ter abatido 13 mísseis de cruzeiros russos que tinham sido lançado em direção a um aeródromo militar na região de Khmelnytsky
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O Estado Maior ucraniano reclama ter destruído 44 sistemas de artilharia russos nas últimas 24 horas, considerado um valor recorde pelo vice-presidente da Comissão de Segurança Nacional e Defesa do Parlamento de Kiev.

"As Forças Armadas da Ucrânia estabeleceram ontem [quinta-feira] um recorde sobre o número de artilharia russa destruída", escreveu o vice-presidente da comissão parlamentar ucraniana, Yuri Misiaquin, nas redes sociais.

Também esta sexta-feira, Kiev afirma ter neutralizado, durante a noite, 13 mísseis de cruzeiro que foram lançados pelas forças russas em direção a um aeródromo militar na região de Khmelnytsky, no oeste do país.

"Treze dos mísseis de cruzeiro dos ocupantes foram destruídos a 23 de junho. Desta vez, o ataque foi direcionado a um aeródromo militar na região de Khmelnytsky", disse a Força Aérea ucraniana nas redes sociais.

A Rússia lançou ondas de ataques aéreos com mísseis cruzados e drones de ataque durante o inverno, levando Kiev a apelar a seus aliados ocidentais para reforçar seus sistemas de defesa aérea.

"Os lançamentos foram realizados por volta da meia-noite a partir do Mar Cáspio", indica o comunicado da força aérea, referindo-se a quatro "bombardeiros Tu-95MS".

O autarca de Khmelnytsky, Oleksandr Symchyshyn, relatou explosões na cidade, que antes da guerra tinha cerca de 275.000 habitantes, tendo elogiado os sistemas de defesa aérea ucranianos.

A Ucrânia também disse que abateu um drone de reconhecimento russo durante a noite

Na altura em que se desenvolve a contra ofensiva da Ucrânia, com ataques em vários pontos da frente de combate, Kiev intensificou nas últimas semanas o uso de artilharia, mísseis e de aparelhos aéreos não tripulados ('drones').

Tanto a Rússia como a Ucrânia referem-se diariamente do alto número de baixas e perda de material militar, de parte a parte, mas nunca se verifica qualquer indicação sobre baixas próprias.

As informações veiculadas hoje pelo Estado-maior ucraniano não foram confirmadas por entidades independentes.

Com AFP

Notícia atualizada às 08:59

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