Exclusivo Isabel Díaz Ayuso: "O governo de coligação espanhol é uma amálgama de interesses"

Em menos de três anos uma desconhecida Isabel Díaz Ayuso (Madrid, 1978) converteu-se numa nova referência política em Espanha. A gestão durante a pandemia pô-la em confronto com o governo de Pedro Sánchez, mas a sua figura saiu reforçada. Nos piores momentos mostrou a sua força e nas eleições de maio de 2021 passou de 30 a 65 deputados regionais. A presidente da Comunidade de Madrid chega a Lisboa para reforçar os laços entre as duas cidades e espera que isso traga benefícios para os dois países.

Nova Iorque, Washington, Miami, Florida e agora Lisboa. Qual é o propósito destas viagens?
Madrid está a viver um momento extraordinário, está a ser um lugar de referência para muitos recantos do mundo que olham para nós motivados e com vontade de trazer para aqui os seus projetos. Estamos a realizar um conjunto de viagens para reforçar os laços administrativos e políticos, mas sobretudo económicos. E também para dar a conhecer Madrid. Somos uma região universal que deve olhar mais além do seu território.

Em Portugal vai encontrar-se com o presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, a quem apoiou durante a sua candidatura. Há agora mais sintonia política entre Madrid e Lisboa? E o que pode sair deste encontro?
É onde vamos dar ênfase, neste momento, em trabalhar juntos, porque temos uma forma parecida de ver a política, que não tem só a ver com a gestão dos serviços públicos, que deve ser da melhor qualidade possível, mas também com a forma de ver a vida: liberal, de baixos impostos, de apoio às empresas, de respeito das decisões pessoais... E isto sempre que se aplica, funciona. Queremos ver como iremos cooperar juntos e como prosperam Madrid e Lisboa e, consequentemente, Espanha e Portugal.

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